
O câncer de rim, também chamado de tumor renal, é uma doença que, quando diagnosticada precocemente, apresenta altas taxas de controle e cura. Em Mato Grosso, pacientes já contam com acesso a técnicas modernas que priorizam não apenas o controle oncológico, mas também a preservação da função renal e a qualidade de vida.
No tratamento moderno, a cirurgia continua sendo a principal estratégia para tumores localizados. Em casos selecionados, também podem ser indicadas técnicas ablativas (como radiofrequência e crioterapia), vigilância ativa e, nos tumores avançados ou metastáticos, terapias sistêmicas como imunoterapia e terapias-alvo.
O papel do urologista uro-oncologista é integrar essas opções de forma individualizada.
O conteúdo reflete a prática clínica do Dr. Rodolfo Garcia Borges, urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico, com atuação no Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCAN-MT) e formação em cirurgia robótica pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
QUAL É O MÉDICO ESPECIALISTA NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM?
O médico especialista em tratamento de câncer de rim e outros tumores renais, é o urologista e uro-oncologista. Médico especialista que tem como objetivo diagnosticar, avaliar os possíveis tratamentos e realizar o procedimento cirúrgico do rim.
A verdade é que o urologista especializado em câncer de rim passa por um extenso treinamento para se tornar especialista nessa área. Dr. Rodolfo tem uma longa trajetória de estudos e treinamento para realizar tratamento do câncer de rim e cirurgia robótica para tratamento de tumores renais.

Sua formação e especializações inclui:
- Residência Médica em Cirurgia Geral pela SES-MT;
- Residência Médica em Urologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM/UFMT);
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia e Uro-Oncologia
pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE); - Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
- Membro internacional da Associação Europeia de Urologia (EAU);
- Membro da Confederação Americana de Urologia (CAU);
- Professor auxiliar da residência médica de Urologia no Hospital
Universitário Júlio Muller (HUJM/UFMT) e Cirurgia Oncológica do
HCAN-MT; - Urologista nos Departamentos de Urologia, Uro-Oncologia e Cirurgia
Robótica do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCAN-MT); - Médico instrutor (proctor) de Cirurgia Robótica no HCAN-MT
Dentre suas principais subáreas de conhecimento, é possível citar:
- Uro-oncologia;
- Cirurgia robótica;
- Laparoscopia urológica;
- Endourologia;
- Cálculos renais;
- Hiperplasia prostática benigna (HPB);
- Tratamento de Câncer de Próstata
- Tratamento de Câncer de Rim
- Tratamento de Câncer de Bexiga
- Cirurgia robótica da próstata
- Cirurgia Robótica do rim
- Cirurgia Robótica da bexiga
- Aumento Peniano
- Enucleação prostática com laser (THULEP/HOLEP)
- Biópsia de próstata
- Tratamento de prolapso de órgãos pélvicos (cistocele)
- Sacrocolpopexia Robótica
Em relação a sua experiência profissional, é de extrema importância ressaltar:
- Com mais de 100 cirurgias robóticas no último ano e mais de 1000 cirurgias uro-oncológicas, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é especialista no tratamento do câncer urológico, em especial o câncer de próstata e rim;
- Além disso, sua formação pela Universidade Federal de Mato Grosso e atuação como urologista e cirurgião robótico no Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCAN-MT) trouxe bastante experiência na área de urologia e uro-oncologia, estando capacitado para resolução de casos complexos, além de poder lançar mão de vasto arsenal terapêutico. Sempre em contato com o meio acadêmico, consegue aliar a ciência com a prática da maneira mais favorável possível.
Como profissional, o Dr. Rodolfo Garcia Borges acumulou experiência em diversas instituições de prestígio nacional e internacional, enriquecendo seu conhecimento e habilidades, essenciais para a excelência em sua prática atual.
Com anos dedicados à formação como urologista, o profissional se especializou em métodos avançados de tratamento, incluindo a cirurgia robótica, um procedimento minimamente invasivo e inovador usado para tratar diversas condições urológicas, incluindo o câncer de rim.
COMO O TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM É DEFINIDO?

O tratamento do câncer de rim não é “um tamanho único”. A definição depende principalmente do estadiamento (estágio), que considera o tamanho do tumor, se ele está confinado ao rim, se existe invasão de estruturas próximas (gordura ao redor do rim, veia renal, linfonodos) e se há metástases à distância (pulmões, ossos, fígado, cérebro, entre outros).
Além do estágio, outros fatores influenciam: função renal, presença de rim único, comorbidades (hipertensão, diabetes), idade, anatomia do tumor (proximidade de vasos e do sistema coletor) e preferências do paciente. Em muitos casos, a melhor decisão é tomada em conjunto, após análise detalhada de exames e discussão franca sobre benefícios e riscos de cada tratamento.
Por isso, sempre que possível, o tratamento moderno busca preservar o máximo de tecido renal saudável, sem comprometer o controle do câncer.
TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM NO ESTÁDIO I
O tumor costuma ter até 7 cm e está confinado ao rim. Em geral, essa fase é altamente curável com tratamento local, principalmente cirúrgico. O objetivo é remover o tumor com margem adequada e, quando possível, preservar o máximo de rim saudável
NEFRECTOMIA PARCIAL OU NEFRECTOMIA RADICAL
A nefrectomia parcial remove apenas o tumor e uma pequena borda de tecido renal ao redor, preservando o restante do rim. Ela é considerada a melhor opção sempre que tecnicamente viável e oncologicamente segura, especialmente em tumores periféricos e menores, ou quando o paciente tem risco de perder função renal no futuro.
Sendo a Nefrectomia Parcial Robótica uma das técnicas que conseguimos obter melhores resultados em preserve o rim acometido pelo tumor.
A nefrectomia radical remove o rim inteiro (e, em casos selecionados, estruturas adjacentes), sendo indicada quando o tumor é grande, central, muito complexo ou quando a preservação do rim não é segura do ponto de vista oncológico.
CIRURGIA ABERTA, LAPAROSCÓPICA E ROBÓTICA
A cirurgia pode ser realizada por via aberta, laparoscópica ou robótica. A abordagem robótica e a laparoscópica são minimamente invasivas e, em muitos casos, oferecem menor dor, menor sangramento e recuperação mais rápida.
A cirurgia robótica, aumenta a precisão e facilita suturas delicadas — algo muito relevante na nefrectomia parcial, onde a reconstrução do rim é uma etapa crítica. Além de trazer menor risco de sangramentos e complicações peri-operatórias, comparadas a outras técnicas.
Importante: nem todo caso é tecnicamente adequado para uma abordagem minimamente invasiva. O planejamento cirúrgico leva em conta a anatomia do tumor e a segurança do paciente.
TÉCNICAS ABLATIVAS: RADIOFREQUÊNCIA E CRIOTERAPIA
Para tumores pequenos (em geral até 3–4 cm), especialmente em pacientes com alto risco cirúrgico ou com comorbidades importantes, podem ser consideradas técnicas ablativas, como radiofrequência (calor) ou crioterapia (frio). Essas modalidades utilizam
VIGILÂNCIA ATIVA E MONITORIZAÇÃO
Em pacientes cuidadosamente selecionados — como idosos com tumores pequenos e de crescimento lento ou pessoas com alto risco cirúrgico — a vigilância ativa pode ser uma alternativa.
Nessa estratégia, o tumor é monitorado com exames periódicos, e o tratamento é iniciado se houver crescimento significativo ou mudanças sugestivas de maior agressividade.
TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM NOS ESTÁDIOS II E III
Nos Estádios II e III, o tumor costuma ser maior que 7 cm e/ou pode apresentar invasão de estruturas próximas (gordura perirrenal, veia renal) ou envolvimento de linfonodos. Nesses casos, a cirurgia continua sendo a base do tratamento, normalmente com nefrectomia radical e remoção de tecidos acometidos quando necessário.
Para pacientes com maior risco de recorrência após a cirurgia, pode ser indicada terapia complementar (adjuvante) em cenários selecionados, como imunoterapia. A decisão deve ser individualizada e discutida em conjunto com oncologia clínica, considerando o perfil de risco e os potenciais efeitos adversos.
TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM NO ESTÁDIO IV
No Estádio IV, há metástases à distância. Nessa fase, o tratamento geralmente combina terapias sistêmicas (que atuam no corpo todo) com medidas locais (cirurgia e/ou radioterapia) quando indicado, visando controle da doença, alívio de sintomas e melhor qualidade de vida.
IMUNOTERAPIA
A imunoterapia utiliza medicamentos que modulam o sistema imunológico para reconhecer e atacar células tumorais. Em câncer renal avançado, esquemas com inibidores de checkpoint podem ser indicados, isolados ou em combinação, conforme características do paciente e critérios clínicos.
Por estimular o sistema imune, pode causar efeitos colaterais autoimunes (pele, tireoide, intestino, pulmão, articulações), exigindo acompanhamento rigoroso.
TERAPIAS-ALVO (ANTIANGIOGÊNICAS E OUTRAS)
As terapias-alvo interferem em vias específicas do tumor, como a formação de novos vasos sanguíneos (antiangiogênese). Podem ser usadas isoladamente ou combinadas com imunoterapia, dependendo do cenário.
Efeitos adversos podem incluir fadiga, alterações gastrointestinais, aftas, alterações de pressão arterial e outros, geralmente controláveis com acompanhamento especializado.
CIRURGIA EM DOENÇA METASTÁTICA E RESSECÇÃO DE METÁSTASES
Mesmo em doença disseminada, a cirurgia do rim comprometido pode trazer benefício em casos selecionados (por exemplo, controle de sangramento, dor ou redução de volume tumoral).
Além disso, em situações específicas, pode ser indicada a ressecção de metástases (metastasectomia) em órgãos como pulmão, fígado ou cérebro. A indicação é altamente individualizada e depende da distribuição da doença e resposta ao tratamento sistêmico.
RADIOTERAPIA
O câncer de rim é considerado relativamente resistente à radioterapia em muitos cenários. Ainda assim, a radioterapia pode ter papel importante no controle de sintomas e em metástases específicas (por exemplo, ósseas dolorosas ou lesões cerebrais), como parte de um plano integrado.
QUANDO A CIRURGIA ROBÓTICA É INDICADA NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM?
A cirurgia robótica é especialmente valiosa quando o objetivo é preservar o rim (nefrectomia parcial) com alta precisão. A visão 3D ampliada e os instrumentos articulados ajudam em dissecções delicadas, controle de vasos e reconstruções renais. Em Cuiabá e Mato Grosso, a robótica permite oferecer tratamento minimamente invasivo avançado para casos complexos, sempre que indicado.
A escolha pela robótica depende de fatores como tamanho e localização do tumor, complexidade anatômica, experiência da equipe, recursos do hospital e segurança oncológica. Em consulta, o planejamento é feito com base nos exames e nas metas do tratamento (cura, preservação de rim e qualidade de vida).

A cirurgia é o tratamento padrão para a maioria dos tumores renais localizados.
NEFRECTOMIA PARCIAL (RETIRADA APENAS DO TUMOR)
Remove apenas o tumor, preservando o restante do rim. Sempre que tecnicamente possível, é a opção preferencial.
NEFRECTOMIA RADICAL (RETIRADA DE TODO O RIM)
Remove todo o rim, indicada quando o tumor é grande ou envolve estruturas centrais.
CIRURGIA ROBÓTICA DO RIM: AVANÇO NO TRATAMENTO DO TUMOR RENAL

A cirurgia robótica do rim representa um avanço importante no tratamento do câncer renal, especialmente na nefrectomia parcial robótica.
O QUE TORNA A CIRURGIA ROBÓTICA SUPERIOR?
- Maior precisão cirúrgica
- Visualização tridimensional ampliada
- Melhor controle de sangramento
- Preservação do tecido renal saudável
- Menor dor pós-operatória
A tecnologia robótica é especialmente útil em tumores complexos ou localizados em regiões difíceis do rim.
COMO FUNCIONA A CIRURGIA ROBÓTICA PARA CÂNCER DE RIM?
O procedimento é realizado por pequenas incisões no abdome, com o cirurgião controlando os braços robóticos a partir de um console.
Durante a cirurgia:
- O tumor é cuidadosamente removido
- O rim é reconstruído (na nefrectomia parcial)
- O objetivo é preservar função renal sem comprometer o controle oncológico
O robô não opera sozinho: ele potencializa a habilidade do cirurgião.

RECUPERAÇÃO APÓS A CIRURGIA NO TRATAMENTO DE CÂNCER DE RIM
A recuperação varia conforme o tipo de cirurgia (parcial ou radical) e a via de acesso (aberta, laparoscópica ou robótica). Em geral, abordagens minimamente invasivas favorecem menor dor, menor tempo de internação e retorno mais rápido às atividades. O seguimento inclui avaliação clínica, função renal e exames de imagem conforme o risco e o estágio.
INTERNAÇÃO
- Geralmente curta, entre 1 e 3 dias
PÓS-OPERATÓRIO EM CASA
- Caminhadas leves
- Retorno gradual às atividades
- Controle da dor com medicações simples
A maioria dos pacientes retoma suas atividades habituais em poucas semanas.
RISCOS E POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES NO TRATAMENTO DOS TUMORES RENAIS
Apesar de segura, a cirurgia robótica do rim também apresenta riscos, como:
- Sangramento
- Infecção
- Complicações urinárias
- Redução temporária da função renal
A avaliação criteriosa e a experiência da equipe reduzem significativamente esses riscos. Entretanto, quando comparada a outras técnicas como cirurgia convencional e a videolaparoscopia, a cirurgia robótica apresenta menor risco de complicações.
RESULTADOS ESPERADOS E ACOMPANHAMENTO DO CÂNCER DE RIM
O principal objetivo é o controle completo do câncer.
Após a cirurgia:
- O paciente realiza acompanhamento periódico
- Exames de imagem são solicitados conforme protocolo
- A função renal é monitorada ao longo do tempo
O seguimento adequado é essencial para detectar precocemente qualquer recidiva.
POR QUE ESCOLHER O DR. RODOLFO GARCIA BORGES PARA REALIZAR O SEU TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM?

O Dr. Rodolfo Garcia Borges é referência em uro-oncologia e cirurgia robótica, reunindo:
- Formação em cirurgia robótica pelo Hospital Israelita Albert Einstein
- Atuação no Hospital de Câncer de Mato Grosso
- Experiência em tumores urológicos complexos
- Foco em preservação funcional e segurança oncológica
- Especialista em tratamento de câncer de rim
- Especialista em tratamento de câncer de próstata
- Especialista em tratamento urológicos e uro-oncológicos de alta complexidade
- Cirurgião Robótico habilitado para utilização de mais de uma plataforma robótica (Da Vinci e Versius)
- Médico instrutor (proctor) de cirurgia robótica do Hospital de Câncer de Mato Grosso
Seu trabalho é guiado pelas principais diretrizes nacionais (SBU) e internacionais (EAU e AUA).
PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE CÂNCER DE RIM (FAQ):
TODO TUMOR RENAL É CÂNCER?
Não. Existem tumores benignos. A avaliação especializada é essencial.
O câncer de rim tem cura?
Quando diagnosticado em estágios iniciais e tratado adequadamente, o câncer de rim tem altas chances de cura. O prognóstico depende do estágio, do tipo tumoral e do tratamento realizado.
SEMPRE É NECESSÁRIO RETIRAR O RIM INTEIRO?
Não. Sempre que possível, prioriza-se a nefrectomia parcial, ou seja, retirada apenas do tumor que está acometendo o rim, com preservação do tecido renal saudável.
QUANDO É POSSÍVEL PRESERVAR O RIM?
Sempre que for oncologicamente seguro e tecnicamente viável, a nefrectomia parcial é preferida, pois remove o tumor e preserva o restante do rim. Com o auxilio da cirurgia robótica e em mãos experientes, essa chance de preservação aumenta consideravelmente.
A CIRURGIA ROBÓTICA É SEGURA?
Sim, quando bem indicada e realizada por equipe experiente.
QUANTO TEMPO DURA A RECUPERAÇÃO?
A maioria dos pacientes retoma atividades leves em poucos dias.
RADIOFREQUÊNCIA E CRIOTERAPIA SUBSTITUEM CIRURGIA?
Em alguns pacientes com tumores pequenos e alto risco cirúrgico, técnicas ablativas podem ser alternativas. A indicação depende do tamanho, localização e perfil clínico do paciente.
COMO É O ACOMPANHAMENTO APÓS A CIRURGIA?
Com consultas periódicas e exames de imagem. O seguimento é feito com consultas e exames programados (incluindo imagem e avaliação da função renal). A frequência depende do estágio e do risco de recorrência.
NO CÂNCER DE RIM METASTÁTICO, AINDA EXISTE PAPEL PARA CIRURGIA?
Em casos selecionados, a cirurgia pode ajudar no controle de sintomas e, algumas vezes, integrar uma estratégia combinada com terapias sistêmicas. A decisão é individualizada.
A CIRURGIA ROBÓTICA É SEMPRE A MELHOR OPÇÃO?
A robótica pode trazer vantagens em muitos casos, principalmente na nefrectomia parcial, sendo a melhor opção na grande maioria das cirurgias. Porém, a melhor via depende do tumor, da anatomia, da segurança e da indicação médica.
CONCLUSÃO
Se você tem diagnóstico de tumor renal ou suspeita de câncer de rim, agende uma consulta para avaliação especializada e discussão das melhores opções de tratamento para o seu caso. O câncer de rim diagnosticado e tratado precocemente tem grande chances de cura e de preservação do rim acometido, desta forma, não demore para procurar um especialista.
Agende sua consulta com médico urologista especialista e referência em tratamento de câncer de rim e cirurgia robótica do rim – Dr. Rodolfo Garcia Borges
Atendimento presencial em Cuiabá e Sorriso-MT, e por telemedicina para todo estado de Mato Grosso e restante do Brasil.
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