
Até 50% das pessoas que já tiveram pedra no rim podem ter outra crise em até 15 anos. Estudos clínicos mostram isso. Entender o problema agora faz diferença.
Quando falamos em PEDRA NO RIM, estamos falando de uma massa endurecida. Ela se forma dentro do rim e pode viajar pelo sistema urinário. Esse movimento é o que costuma disparar a cólica renal, uma dor forte que pode travar a rotina.
Pedra nos rins é uma das queixas mais comuns na urologia. Nem sempre dá aviso antes da crise. O ponto-chave é reconhecer sinais de alerta e buscar avaliação.
Buscar tratamento no tempo certo reduz o risco de infecção, obstrução e perda de função do rim.
Ao longo deste guia, você vai entender como a pedra no rim se forma. Você também vai saber quais são as principais causas e fatores de risco. E quais sintomas exigem atenção.
Você também verá como confirmar o diagnóstico. E quais opções de tratamento existem, de remédios a litotripsia e procedimentos.
No fim, a meta é clara: resolver o episódio atual com segurança. E reduzir a chance de nova PEDRA NO RIM. Prevenção e acompanhamento em urologia costumam ser o caminho mais curto para evitar que a pedra nos rins volte a atrapalhar sua vida.
O que é cálculo renal e como a pedra nos rins se forma
O cálculo renal pode começar sem sinais e se tornar um grande problema em horas. Saber como as pedras nos rins se formam ajuda a identificar riscos. Também é essencial buscar ajuda cedo.

Definição de pedra no rim (urolitíase) e por que pode se movimentar pelo trato urinário
A urolitíase refere-se à formação de “pedras” no sistema urinário. Essas pedras, chamadas de cálculo renal, são depósitos cristalinos duros. Elas podem se formar no rim e descer.
A urina sempre está em movimento. Se a pedra nos rins se move, ela pode passar pelos ureteres. Isso pode causar dor e irritação no caminho.
Como minerais e sais cristalizam na urina e viram “massa endurecida” dentro do rim
Os rins filtram o sangue e eliminam resíduos pela urina. Se a urina fica muito concentrada, substâncias podem se juntar e formar cristais.
Com o tempo, esses cristais se grudam e formam uma “massa endurecida”. Os componentes mais comuns incluem cálcio, oxalato e ácido úrico. A proporção varia de pessoa para pessoa.
Urina concentrada facilita a cristalização.
O acúmulo pode acontecer sem sinais no começo.
Ao se mover, a pedra nos rins tende a provocar sintomas.
Tamanhos possíveis: de “grão de areia” a pedras grandes que podem obstruir o fluxo urinário
A urolitíase não tem tamanho único. Alguns fragmentos são pequenos, como um “grão de areia”. Outros crescem e se tornam difíceis de eliminar.
Quando o cálculo renal é grande, o risco de obstruir o fluxo de urina aumenta. Isso pode causar dor intensa, sangue na urina e infecção. A obstrução pode levar a hidronefrose e redução da função do rim.
Pedras pequenas: maior chance de saída espontânea.
Pedras médias: podem travar no ureter e causar cólica.
Pedras grandes: em casos raros, podem chegar a tamanhos descritos como “uma bola de golfe”.
Principais causas e fatores de risco de pedra no rim
É difícil apontar um único motivo para a formação de pedra no rim. Ela surge quando a urina fica mais densa e os cristais começam a se unir. Conhecer os fatores de risco ajuda a tomar medidas preventivas no dia a dia e a buscar avaliação médica.
Além disso, a rotina, o clima, a alimentação e algumas doenças também contam. Fatores como obesidade, sedentarismo, diarreia crônica, pressão alta, diabetes, gota e alterações hormonais podem aumentar o risco de pedra.
Baixa ingestão de líquidos e urina concentrada (desidratação)
Beber pouca água é um dos principais fatores de risco. Com menos líquido, a urina fica mais concentrada, facilitando a formação de cristais. Em dias quentes, na praia, no trabalho ao ar livre e durante exercícios intensos, é essencial beber mais água.
Essa situação pode acelerar a formação de cálculos renais, especialmente em quem já teve a doença antes. Um sinal de alerta é urina muito escura e em pequena quantidade, principalmente ao longo do dia.
Alimentação rica em sódio e proteínas e pobre em fibras
Uma dieta com alto teor de sal e proteínas pode alterar a eliminação de minerais na urina. Isso cria um ambiente favorável para a formação de cálculos renais. Além disso, uma dieta pobre em fibras costuma acompanhar o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em sódio e açúcar.
Alguns nutrientes e minerais, como cálcio, fósforo ou potássio, podem aumentar o risco se consumidos em excesso. Em urologia, isso ajuda a personalizar o plano de prevenção para cada pessoa.
Infecção urinária recorrente e risco de pedras relacionadas a bactérias
Infecções urinárias recorrentes podem estar ligadas à formação de cálculos por ação de bactérias, como a estruvita. Esse tipo de cálculo cresce rapidamente e pode ocupar parte do rim.
Além disso, a pedra no rim pode servir de abrigo para bactérias, dificultando a eliminação completa da infecção. Esse ciclo de infecção e cálculo renal requer uma investigação cuidadosa, pois muda a conduta e o acompanhamento médico.
Predisposição genética e histórico familiar
Ter familiares com pedra no rim aumenta o risco, sugerindo uma influência genética e hábitos compartilhados. Em alguns casos, existe uma causa hereditária bem definida, como a cistinúria, ligada a cálculos de cistina.
Quando há recorrência, início em idade jovem ou vários casos na família, é importante relatar esses dados na consulta de urologia. Eles ajudam a direcionar exames e a identificar fatores de risco que podem passar despercebidos no dia a dia.
- Condições associadas que podem entrar na investigação: doenças inflamatórias intestinais, alterações do funcionamento renal e uso de alguns medicamentos, como diuréticos; há relatos também com uso recorrente de aspirina e antiácidos em casos selecionados.
- Ponto-chave: mesmo sem uma causa única, entender os fatores de risco torna a prevenção mais específica e reduz a chance de novo cálculo renal.
Sintomas e sinais de alerta: quando a cólica renal aparece
Não todos sentem dor com pedras nos rins. Muitas vezes, a pedra fica parada e não causa problemas. Os sintomas aparecem quando a pedra se move ou desce para o ureter, bloqueando a urina.
Dor intensa no fundo das costas/flanco, sem posição de alívio, e irradiação para abdômen e virilha
A cólica renal surge de repente e com muita dor, no fundo das costas ou flanco. A dor pode mudar de intensidade ao longo do tempo.
Uma característica é não haver posição que alivie a dor. A dor pode se espalhar para o abdômen e virilha, seguindo o caminho do cálculo no ureter.
Náuseas e vômitos associados à dor
Quando a dor é muito forte, náuseas e vômitos podem surgir. Isso acontece sem causa aparente e pode piorar a desidratação, concentrando a urina.
Ardor ao urinar, urgência miccional e aumento da frequência urinária
Os sintomas também incluem dor ao urinar, urgência e mais frequência. Pode haver pouca urina saindo a cada vez.
Esses sinais são mais comuns quando o cálculo está perto da bexiga. Pode haver sensação de não esvaziar e desconforto na região pélvica.
Sangue na urina (hematúria) e urina turva
A urina pode ficar rosada, vermelha ou acastanhada. Também pode ficar turva e ter um cheiro forte.
Alguns sinais pedem atenção imediata. Isso inclui febre, calafrios, dificuldade para urinar, redução do volume de urina e dor que não melhora.
febre e calafrios, que sugerem infecção associada;
dificuldade para urinar ou redução importante do volume de urina;
dor que não melhora e mal-estar intenso.
Como confirmar o diagnóstico em urologia
Na urologia, o diagnóstico começa com uma conversa e um exame físico. É essencial juntar sinais, sintomas e exames para confirmar a presença de cálculo renal.
Outras condições podem parecer cólica, como apendicite ou infecção urinária. Por isso, a avaliação precisa ser cuidadosa desde o início.
Avaliação clínica: história, intensidade da dor e sinais de complicação
O médico pergunta sobre a dor, onde ela dói e se dói mais na virilha. Também se interessa em ardor ao urinar, urgência, sangue na urina, febre e vômitos.
Febre, calafrios e queda do estado geral podem indicar infecção. A suspeita de obstrução aumenta com dor forte, pouca urina e piora rápida.
Exames de imagem: ultrassom e tomografia do abdome para tamanho e localização da pedra
Imagens mostram onde está a pedra e se há bloqueio. O ultrassom é o primeiro passo por ser não invasivo. Ele ajuda a ver dilatação do rim e alguns cálculos.
Para mais precisão, a tomografia abdome sem contraste é usada. Ela encontra pedras pequenas e detalha tamanho e localização. Esses dados ajudam na decisão do tratamento.
Exames laboratoriais: urina (incluindo avaliação de eletrólitos/cristais) e sangue (função renal, cálcio, ácido úrico)
O exame de urina busca sangue, sinais de infecção e cristais. Em alguns casos, avalia-se eletrólitos e substâncias ligadas à formação da pedra.
No sangue, verifica-se a função renal, cálcio e ácido úrico. Isso ajuda a rastrear causas associadas. Pode ser necessário a urina de 24 horas para mapear excessos e fatores protetores.
Análise do cálculo quando possível: por que identificar a composição muda tratamento e prevenção
Se a pedra for eliminada, pode-se coar ou filtrar a urina para recuperá-la. O material é enviado para análise. A composição indica cálcio, ácido úrico, cistina ou estruvita.
Essa identificação direciona a dieta, hidratação e estratégias para pH urinário. Conhecer o tipo de cálculo ajuda a reduzir recorrências e planejar o acompanhamento na urologia.
Tipos de pedra no rim e o que isso muda no tratamento
Não todas as pedras são iguais. Elas variam pelo que são feitas e como se formam. Saber o tipo ajuda a escolher o melhor tratamento e a prevenir novas crises.
Muitas pedras são mistas, com mais de um material. Isso é comum em quem tem muitas crises. Por isso, é importante fazer análises laboratoriais quando a pedra é removida.
Mais comuns: cálcio
O oxalato de cálcio é o mais comum. Seus cristais podem parecer “envelope” ou “halter”. Isso acontece quando há muito cálcio e oxalato na urina e pouca hidratação.
O fosfato de cálcio também é comum. Seus cristais são como prismas em cunha. Isso pode ser sinal de problemas no metabolismo do cálcio e urina menos ácida.
Esses achados mostram a importância de reduzir o sódio, ajustar a dieta e evitar desidratação.
Quando o pH pesa: ácido úrico
O cálculo de ácido úrico aparece com urina ácida. Ele está ligado a dieta rica em proteínas, obesidade, diabetes e gota. Também pode ser causado por perda de líquidos.
Os cristais de ácido úrico são como “losango”. O tratamento visa mudar a urina e reduzir a supersaturação, com orientação e acompanhamento.
Pedra por infecção: estruvita
A estruvita está relacionada a infecções urinárias. Ela é feita de fosfato de amônio e magnésio. Seus cristais são como “tampa de caixão”.
Essa pedra cresce rápido e pode ficar grande. Por isso, é importante tratar a infecção e fazer exames de urina.
Rara e genética: cistina
A cistina é rara e ocorre por cistinúria, uma alteração genética. Ela cristaliza na urina e forma pedras com cristais em “hexágono”.
Devido ao alto risco de recorrência, a prevenção é rigorosa. O objetivo é diluir a urina e usar estratégias personalizadas.
Tratamento: como remover pedra no rim rápido com segurança
Muita gente quer saber como remover pedra no rim rápido. Mas a melhor forma depende de vários fatores. Isso inclui o tamanho, a localização e a composição da pedra, além da dor que você sente.
O objetivo é aliviar a dor e tentar remover a pedra sem danificar o rim. Esse tratamento é essencial para a saúde do seu rim.
Controle da crise: analgésicos e antiespasmódicos para cólica renal conforme avaliação médica
Na hora da dor, o médico vai escolher o melhor remédio. Isso pode ser diclofenaco, paracetamol, tramadol ou butilbrometo de escopolamina. A escolha depende de vários fatores, como seu histórico médico e como você reage aos remédios.
Se você tiver febre, calafrios, vômitos, ou se sentir muito mal, é importante ir ao hospital rápido. Isso pode ser um sinal de que precisa de atenção médica imediata.
Terapia expulsiva: uso de alfabloqueadores (ex.: tansulosina) em casos selecionados para facilitar a eliminação
Para quem quer uma solução sem cirurgia, a terapia expulsiva pode ser uma opção. A tansulosina relaxa o ureter, ajudando a pedra a sair. Isso funciona melhor quando a pedra está no ureter.
Essa terapia é considerada quando a pedra é pequena e a dor está sob controle. Mas cada pessoa reage de forma diferente, então é importante seguir as orientações do médico.
Conduta expectante: quando a pedra pequena pode sair sozinha (e o que monitorar)
Se a pedra for muito pequena, ela pode sair naturalmente. Mas isso pode levar dias ou semanas. Durante esse tempo, a dor pode ser forte.
É importante controlar a dor e beber água conforme orientação médica. Não force a água se você estiver com náusea ou dor.
Veja se a urina está com sangue, ardendo ou se você está urinando menos do que antes.
Volte para os exames de imagem e urina para ver se a pedra foi eliminada ou se é hora de mudar o tratamento.
Na fase de espera, muita gente se pergunta como remover pedra no aro rápido. Mas o mais importante é ficar de olho em sinais de alerta e não demorar a voltar ao médico.
Litotripsia extracorpórea por ondas de choque: objetivos e efeitos temporários possíveis
A litotripsia extracorpórea é um tratamento não invasivo que quebra a pedra em pedacinhos. Isso facilita a saída da urina. O procedimento pode ser feito com ou sem anestesia, dependendo do caso.
Depois da litotripsia, você pode sentir dor, sangue na urina ou hematomas. Esses efeitos são temporários. Mas é importante saber que essa opção não é para todos, especialmente se a pedra não sair.
Se a pedra for muito grande ou estiver bloqueando a urina, outras opções podem ser consideradas. Isso inclui procedimentos endoscópicos ou cirurgia. A decisão é feita com base em exames e segurança.
Procedimentos endourológico: NLPC, ureterorrenolitotripsia flexível e rigida
Os procedimentos endourológicos representam atualmente o principal avanço no tratamento dos cálculos renais, permitindo a remoção das pedras de forma minimamente invasiva, segura e eficaz.
Essas técnicas utilizam instrumentos finos introduzidos pelas vias urinárias naturais ou por pequenos acessos, dispensando grandes incisões.
Entre os principais métodos estão a ureteroscopia rígida ou flexível, com fragmentação do cálculo a laser, e a nefrolitotripsia percutânea nos casos de cálculos maiores ou complexos.
As abordagens endourológicas proporcionam menor dor pós-operatória, menor tempo de internação e recuperação mais rápida, sendo hoje o padrão de tratamento para a maioria dos pacientes com pedra nos rins, desde que bem indicadas após avaliação urológica individualizada.
PEDRA NO RIM: prevenção de recorrência e cuidados após o tratamento
Ter pedra nos rins aumenta o risco de novos episódios. Por isso, é essencial manter um plano de cuidados após o tratamento. Isso ajuda a prevenir novas pedras nos rins.
Hidratação como base
Beber 2 a 3 litros de água por dia é uma boa regra. Em dias quentes ou com muito suor, pode ser necessário beber mais. Isso ajuda a manter a urina diluída.
Para saber se está hidratado, veja a cor da sua urina. Se ela for clara, é sinal de que está bem hidratado. Isso ajuda a prevenir a formação de novos cristais.
Ajustes alimentares
Reduzir o sal é muito importante. O excesso de sódio pode aumentar o risco de pedra nos rins. Também é bom reduzir proteína animal e evitar alimentos ultraprocessados e açucarados.
Evite tomar suplementos sem orientação médica. Alguns alimentos, como pepino e melancia, podem ajudar na hidratação.
Estratégias conforme o tipo de cálculo
Cada tipo de cálculo requer um tratamento diferente. O médico vai orientar baseado no tipo de cálculo. Isso inclui ajustes na dieta e exames de urina e sangue.
- Para ácido úrico, é importante ajustar o pH urinário e revisar a dieta.
- Na estruvita, é crucial tratar e prevenir infecções urinárias para evitar novas pedras.
- Para outros tipos, o médico pode recomendar substâncias protetoras para evitar a formação de cristais.
Atividade física e controle de peso
Sedentarismo e obesidade aumentam o risco de novas pedras. Manter-se ativo e controlar o peso é essencial para prevenir recorrências.
Chás como o de quebra-pedra e hibisco podem ajudar. No entanto, é importante consultar um urologista para um plano de prevenção adequado.
Conclusão
A pedra no rim acontece quando sais e minerais se unem na urina. Ela pode ficar quieta ou causar dor, ardor ao urinar e sangue. Isso depende de onde ela fica no rim.
Quando a pedra se move para o ureter, a dor pode ser muito forte. Se você sentir febre, calafrios, vômitos ou dificuldade para urinar, é importante buscar ajuda rápido. Esses sinais podem ser de infecção ou obstrução.
Para saber o que fazer, é melhor fazer exames de imagem. Ultrassom e tomografia são essenciais. Eles ajudam a ver a pedra, saber seu tamanho e verificar se os rins estão funcionando bem. Isso ajuda a escolher o melhor tratamento e a evitar complicações.
Após a crise passar, é importante saber o tipo de pedra. Isso ajuda a prevenir e a cuidar melhor dela. Para evitar que a pedra volte, é bom:
- beber bastante água todos os dias;
- evitar comer muito sal e proteína;
- prevenir infecções urinárias e revisar seus hábitos.
Se a pedra voltar muitas vezes ou se a dor for muito forte, um urologista pode ajudar. Eles podem criar um plano especial para você. Isso inclui avaliar o risco de recorrência e escolher o melhor tratamento.
Sobre o autor
Dr. Rodolfo Garcia Borges é um urologista e cirurgião robótico em Mato Grosso. Ele se dedica ao tratamento moderno e menos invasivo de doenças do trato urinário. Em Cuiabá, ele cuida de casos simples e complexos com grande atenção e segurança.
Formado na cirurgia robótica urologia no Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Rodolfo tem grande habilidade. Ele combina técnicas avançadas com decisões clínicas bem pensadas. Isso fez dele uma referência no Mato Grosso e no Centro-Oeste para tratamentos menos traumáticos e com bons resultados.
Atua como proctor (médico instrutor) de cirurgia robótica do HCAN-MT, ajudando a formar novos cirurgiões.
Oferece consultas em Cuiabá-MT e Sorriso-MT, e também por telemedicina para pacientes de todo o Mato Grosso e estados vizinhos como Rondonia. Para marcar uma consulta, acesse orientações sobre o risco de esperar a dor. Consulte também o site www.drrodolfoborges.com.br ou o WhatsApp (065) 99673-9522.
FAQ
O que é pedra no rim (cálculo renal/urolitíase) e por que ela causa tanta dor?
Como a pedra nos rins se forma dentro do rim?
Quais são os tamanhos possíveis de um cálculo renal?
Baixa ingestão de água realmente é a principal causa de cálculo renal?
Alimentação rica em sal e proteína aumenta o risco de pedra no rim?
Infecção urinária recorrente pode causar pedra nos rins?
Ter histórico familiar aumenta o risco de pedra no rim?
Quais doenças e fatores aumentam o risco de cálculo renal?
Quais são os sintomas mais comuns de cólica renal?
Náuseas e vômitos podem acontecer em crise de pedra no rim?
Pedra nos rins causa ardor ao urinar e vontade frequente de ir ao banheiro?
Sangue na urina (hematúria) é sinal de cálculo renal?
Quando a pedra no rim vira urgência?
Como confirmar o diagnóstico em urologia?
Ultrassom ou tomografia: qual exame detecta melhor a pedra no rim?
Quais exames de laboratório ajudam a investigar cálculo renal?
Por que analisar a pedra no rim muda o tratamento?
Quais são os tipos mais comuns de cálculo renal?
Pedra de ácido úrico: quem tem mais risco?
O que é pedra de estruvita e por que ela pode crescer rápido?
O que é pedra de cistina (cistinúria)?
Como remover pedra no rim rápido com segurança durante a crise?
Tansulosina ajuda a expelir pedra no rim?
Quando a pedra pequena pode sair sozinha (conduta expectante)?
Quando a litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LECO) é indicada?
Pedras maiores precisam sempre de procedimento?
Qual é o risco de recorrência de cálculo renal?
O que fazer para prevenir pedra no rim após uma crise?
Quais mudanças na alimentação ajudam a reduzir a chance de pedra nos rins?
A prevenção muda conforme o tipo de cálculo renal?
Peso e sedentarismo influenciam a formação de pedra no rim?
Chá de quebra-pedra e chá de hibisco funcionam para cálculo renal?
Quando devo procurar um urologista para pedra no rim?
Quem é o Dr. Rodolfo Garcia Borges e como agendar avaliação?
Onde posso aprender mais sobre cálculo renal, cólica renal e tratamentos minimamente invasivos?
https://drrodolfoborges.com.br/cancer-de-prostata-diagnostico-e-tratamento/
https://drrodolfoborges.com.br/cancer-de-rim-tratamento-mato-grosso/
https://drrodolfoborges.com.br/urologista-mato-grosso/
https://drrodolfoborges.com.br/urologista-em-sorriso/
https://portaldaurologia.org.br/sua-saude/duvidas-frequentes/mitos-sobre-calculo-renal
https://portaldaurologia.org.br/novidades/releases/verao-incidencia-de-pedras-nos-rins-aumenta-30