Um dado que costuma surpreender: mais da metade dos homens acima dos 60 anos pode ter aumento da próstata. Uma parte deles vai precisar discutir a cirurgia da próstata para voltar a urinar bem e melhorar sua qualidade de vida.
O termo “CIRURGIA DE PRÓSTATA” é amplo. Pode se referir ao tratamento do aumento da próstata por hiperplasia prostática benigna (HPB) ou a procedimentos para câncer de próstata. Entender essa diferença é crucial para a conversa no consultório.
No aumento da próstata, o objetivo é remover o tecido benigno que aperta a uretra. Isso atrapalha o jato urinário. Já no câncer de próstata, a cirurgia tem foco oncológico. Nesse caso, a retirada total da glândula é comum, buscando controle da doença e preservação de funções.
Hoje, existem várias técnicas cirúrgicas, cada uma com suas indicações. A escolha depende de vários fatores, como o volume da próstata e a presença de uma doença benigna ou maligna. A avaliação individualizada com um urologista é essencial. Para saber mais sobre hiperplasia prostática benigna (HPB), veja aumento da próstata e HPB.

Sobre o autor – Dr. Rodolfo Garcia Borges
O Dr. Rodolfo Garcia Borges (CRM:10015 | RQE:5395 | RQE:7493) é urologista , uro-oncologista e cirurgião robótico em Cuiabá-MT, com ampla experiência no tratamento do câncer de próstata e de rim. Reconhecido como uma das maiores referências em cirurgia robótica do Mato Grosso e Centro-Oeste do país, o Dr. Rodolfo é o único urologista do estado certificado nas duas principais plataformas robóticas do mundo — Versius e Da Vinci.
Sua formação em cirurgia robótica foi realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, um dos centros de excelência médica mais respeitados da América Latina. Além disso, o Dr. Rodolfo atua como proctor (médico instrutor) de cirurgia robótica do HCAN-MT, contribuindo para a capacitação e formação de novos cirurgiões e para o avanço da cirurgia robótica urológica no Brasil.
Sua formação e especializações inclui:
- Residência Médica em Cirurgia Geral pela SES-MT;
- Residência Médica em Urologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM/UFMT);
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia e Uro-oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE);
- Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
- Membro internacional da Associação Europeia de Urologia (EAU);
- Membro da Confederação Americana de Urologia (CAU);
- Professor auxiliar da residência médica de Urologia no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM/UFMT) e Cirurgia Oncológica do HCAN-MT;
- Urologista no departamento de Urologia, Uro-oncologia e Cirurgia Robótica do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCAN-MT);
- Médico instrutor (proctor) de Cirurgia Robótica do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCAN-MT).
Com uma trajetória sólida e centenas de procedimentos realizados com precisão e segurança, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é referência no tratamento minimamente invasivo de doenças urológicas complexas, especialmente câncer de próstata, câncer de rim e cirurgias reconstrutivas.
Atende presencialmente em Cuiabá-MT e Sorriso-MT, além de oferecer consultas por telemedicina para pacientes de todo o Mato Grosso e estados vizinhos, como Rondônia.
Saiba mais em: www.drrodolfoborges.com.br
O que é a cirurgia de próstata e qual o papel da próstata
A cirurgia de próstata visa tratar doenças como a hiperplasia prostática benigna (HPB) e câncer. O objetivo varia conforme o caso, podendo ser aliviar a obstrução urinária, remover tecido doente ou reduzir riscos de progressão. A decisão para a cirurgia leva em conta exames, sintomas e impacto na vida do paciente.
Onde fica a próstata e por que ela pode causar sintomas urinários
A próstata, similar em tamanho a uma noz, localiza-se abaixo da bexiga e à frente do reto. Ela envolve o início da uretra.
Quando a próstata cresce ou inflama, pode pressionar a uretra. Isso dificulta a passagem da urina, levando a sintomas como jato fraco, demora para começar a urinar, urgência e acordar várias vezes à noite.
Função da próstata na produção do líquido seminal
A próstata contribui para a produção do líquido seminal, que compõe o sêmen. Esse líquido protege e transporta os espermatozoides durante a ejaculação.
Alterações na próstata podem afetar a ejaculação, causando desconforto. Em alguns casos, pode haver sangue no sêmen, exigindo atenção médica.
Sinais de alerta: dificuldade para urinar, dor pélvica e sangue no sêmen
Alguns sinais são alarmantes e não devem ser ignorados. Entre eles estão:
- dificuldade para urinar e sensação de esvaziamento incompleto;
- dor pélvica, com pressão na parte baixa do abdômen;
- sangue no sêmen, mesmo que ocorra uma única vez.
Quando procurar o urologista e por que a avaliação individualizada é essencial
Se os sintomas se repetem, é hora de buscar a avaliação urológica. Ela distingue causas benignas de situações que exigem atenção rápida. O urologista pode pedir PSA, toque retal, exames de imagem e biópsia, avaliando volume prostático e riscos clínicos.
A escolha do tratamento deve ser personalizada, considerando o diagnóstico, tamanho da próstata, idade e objetivos de preservação urinária e sexual. Para entender as opções, recuperação e efeitos possíveis, é importante consultar materiais especializados, como este guia sobre cirurgia de próstata e este conteúdo de urologia com foco em métodos modernos, como este conteúdo de urologia.
Quando a cirurgia é indicada no aumento da próstata (hiperplasia prostática benigna – HPB)
Não todos os casos de aumento da próstata exigem cirurgia. Mudanças no estilo de vida e medicamentos podem ser suficientes para controlar os sintomas. A cirurgia se torna necessária quando os sintomas pioram, o risco aumenta e a vida diária se torna um desafio devido os sintomas urinários.
O que é hiperplasia prostática benigna (HPB) e como ela obstrui o canal da urina?
A hiperplasia prostática benigna (HPB) é um crescimento benigno da próstata. A uretra, que passa no centro da glândula, pode ficar estreita com o aumento da próstata. Isso cria um “aperto” na saída da bexiga.
Os sintomas incluem jato fraco de urina, demora para começar a urinar e sensação de esvaziamento incompleto. Além disso, pode haver necessidade frequente de ir ao banheiro, mesmo à noite. A avaliação médica é crucial para distinguir entre sintomas leves e casos mais graves.
Falha do tratamento medicamentoso e intolerância a efeitos colaterais
A cirurgia é considerada quando o tratamento clínico não controla os sintomas. Alguns pacientes melhoram inicialmente, mas pioram novamente com o tempo. Outros não conseguem manter a medicação devido a efeitos colaterais.
Discutir a RTU (ressecção transuretral da próstata) pode ser uma opção. O objetivo é remover o tecido que comprime a uretra, aliviando o bloqueio. A decisão depende de vários fatores, incluindo sintomas, exames e condições de saúde.
Complicações que podem levar à cirurgia (retenção urinária, infecções e outros cenários)
Alguns sinais indicam a necessidade de cirurgia. A retenção urinária, por exemplo, pode exigir a inserção de uma sonda. Infecções urinárias recorrentes também podem ser um sinal de obstrução.
- retenção urinária, com dor e distensão da bexiga
- infecções urinárias recorrentes
- sangue na urina, piora progressiva do jato e grande urina residual
- piora do funcionamento da bexiga e risco para o trato urinário superior
Na recuperação cirúrgica de próstata, é importante estar preparado para possíveis complicações. Nos primeiros dias, pode haver sangramento leve, ardor ao urinar e dor. Infecções urinárias também podem ocorrer, mas geralmente são tratáveis com medicação.
Além disso, é essencial discutir a sexualidade após a cirurgia. A ejaculação retrógrada pode afetar cerca de 40–60% dos pacientes, levando o sêmen de volta à bexiga. Riscos como incontinência urinária e impotência também devem ser discutidos, variando conforme a técnica e o perfil clínico do paciente.
Como o tamanho/volume da próstata influencia a escolha da técnica
O volume da próstata é um fator importante na escolha da técnica cirúrgica. A RTU é frequentemente considerada para próstatas de médio a grande volume, não excedendo 100 cm³. Essa técnica pode oferecer alívio eficaz para muitos pacientes.
Para próstatas muito grandes, outras técnicas podem ser discutidas. Essas abordagens são projetadas para remover mais tecido com segurança. A escolha da técnica depende de uma avaliação cuidadosa, incluindo exames físicos, ultrassom e avaliação do fluxo urinário.
Cirurgia para câncer de próstata: objetivos e preservação de funções
A cirurgia é uma opção em casos selecionados de câncer de próstata. Ela ocorre após estadiamento, análise do PSA, biópsia e avaliação do risco. O objetivo é remover o tecido com o tumor, garantindo uma margem de segurança.
A cirurgia robótica da próstata oferece alta precisão. Isso se deve aos cortes menores e à visão clara do campo operatório. Assim, o cirurgião pode operar com mais cuidado, perto de estruturas delicadas.
Quando a cirurgia é considerada no câncer de próstata e o que ela busca tratar
A cirurgia é discutida quando o tumor está localizado ou pode ser controlado localmente. A decisão leva em conta a idade, a saúde geral e as preferências do paciente.
O foco é remover a próstata e, se necessário, retirar gânglios linfáticos próximos. Essa decisão varia conforme o risco de acometimento linfonodal.
Remoção total da próstata e o conceito de prostatectomia radical
A prostatectomia radical envolve a remoção completa da próstata e das vesículas seminais. Hoje em dia, essa cirurgia é mais comum por laparoscopia ou via minimamente invasiva.
Na prostatectomia radical robótica, o cirurgião opera de um console. Ele controla braços com movimentos precisos e utiliza uma câmera 3D. Mais informações sobre essa técnica podem ser encontradas em cirurgia robô-assistida.
Preservação de nervos da ereção e do esfíncter para continência urinária
Além de remover o câncer, o objetivo é minimizar impactos no dia a dia. A preservação de nervos relacionados à ereção e o cuidado com o esfíncter estriado são essenciais para a continência urinária.
Apesar da técnica moderna, existem riscos. Incontinência ocorre em cerca de 3–5% dos casos, e disfunção erétil afeta cerca de 20–40% dos pacientes. Esses números variam com a idade, o estágio da doença e a função prévia.
Expectativas realistas: cura em doença órgão-confinada e qualidade de vida
Quando a doença está confinada ao órgão, a cirurgia pode oferecer cura e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento por PSA é crucial. A recuperação funcional tende a ser rápida com técnicas atuais, mas varia entre pacientes.
Após a remoção da próstata e das vesículas seminais, o paciente deixa de produzir líquido seminal. Entender esse efeito e discutir metas de tratamento ajuda a alinhar expectativas antes do procedimento.
Cirurgia de Próstata: principais técnicas e como escolher a abordagem
A CIRURGIA DE PRÓSTATA abrange desde a desobstrução do fluxo urinário até o tratamento de tumores. Entender as diferentes técnicas é crucial para alinhar as expectativas. Isso inclui exames, tempo de internação e período de recuperação.
Critérios práticos para decidir
Primeiro, é essencial distinguir entre HPB e câncer. Cada um requer uma abordagem específica. O volume da próstata, avaliado por exames, influencia a escolha do acesso cirúrgico.
Outros fatores são importantes, como a gravidade dos sintomas e a presença de doenças associadas. Também é crucial discutir o retorno ao trabalho, a vida sexual e o risco de incontinência.
- Diagnóstico: HPB x câncer e o objetivo do tratamento
- Tamanho/volume da próstata e anatomia local
- Intensidade dos sintomas e impacto no dia a dia
- Condições clínicas e segurança anestésica
- Expectativas sobre qualidade de vida e recuperação
Entenda as abordagens mais usadas
As técnicas endoscópicas são comuns na HPB, pois evitam incisões externas. Elas visam remover o tecido que obstrui o canal urinário, com internação geralmente breve.
A cirurgia aberta da próstata, por outro lado, envolve incisão abdominal. É mais indicada para próstatas grandes ou quando outras vias não são viáveis. Essa opção geralmente requer mais tempo de recuperação.
A laparoscopia e a cirurgia robótica de próstata são alternativas minimamente invasivas. Elas utilizam pequenas incisões e tecnologia avançada para oferecer maior precisão e visão ampliada.
Decisão compartilhada: o que precisa ficar claro
Cada método tem suas vantagens e limitações. A escolha deve ser baseada em uma análise cuidadosa dos riscos e benefícios. É fundamental que paciente e médico concordem sobre as metas do tratamento.
As próximas partes do guia detalharão as técnicas endoscópicas, como a RTU, os procedimentos a laser (HoLEP e ThuLEP) e a cirurgia robótica. Isso ajudará a entender melhor as opções disponíveis para desobstruir a HPB ou tratar o câncer.
RTU (ressecção transuretral da próstata) e técnicas endoscópicas para HPB
A RTU (ressecção transuretral da próstata) é a cirurgia mais comum para HPB. Ela é minimamente invasiva, fazendo parte da endourologia. Alivia sintomas como jato fraco e sensação de esvaziamento incompleto ao desobstruir a uretra. Para saber quando é a melhor escolha, é importante entender como é feita, para quem é indicada e a recuperação.
Como é feita
Na RTU, o urologista acessa a próstata pela uretra, sem cortes externos. Um aparelho chamado ressectoscópio, com câmera e sistema de energia, é guiado até a área obstruída. Em seguida, o tecido que comprime o canal urinário é removido, melhorando a passagem da urina.
- Entrada do ressectoscópio pela uretra, com visão direta.
- Identificação do tecido prostático que estreita a uretra.
- Ressecção controlada do excesso de tecido e revisão da hemostasia.
- Ao final, pode ser necessária sonda por um curto período.
Para quem costuma ser indicada
A RTU é considerada para próstatas de tamanho moderado. Também é indicada para volumes médio e grande, desde que não excedam 100 cm³. Para volumes muito elevados ou condições clínicas particulares, outras técnicas podem ser consideradas, como enucleação a laser e procedimentos descritos em cirurgia de próstata por robótica.
Internação e recuperação
A internação dura em torno de 1 a 2 dias. A recuperação após a cirurgia é rápida, mas ainda exige cuidados. Muitas pessoas retomam atividades usuais em 2 a 4 semanas, com liberação orientada pelo urologista.
- Hidratação adequada e atenção a ardor urinário nos primeiros dias.
- Evitar esforço intenso e impacto até a liberação médica.
- Observar sinais como febre, piora do sangramento ou dificuldade para urinar.
Vantagens e limitações
A RTU é segura e eficaz, com baixo índice de complicações. Melhora o fluxo urinário de forma consistente. É endoscópica, o que reduz dor e tempo de recuperação. No entanto, há efeitos esperados e riscos que precisam ser discutidos antes da cirurgia.
- Possíveis eventos iniciais: sangramento, infecção urinária, retenção urinária e dor leve, em geral controlados com medicação e, se necessário, sondagem.
- Ejaculação retrógrada: estimada em 40–60%.
- Incontinência: cerca de 0,1%.
- Impotência: cerca de 1%.
A decisão final leva em conta o volume da próstata, os sintomas, exames e expectativas. Em alguns casos, outra técnica pode oferecer melhor equilíbrio entre alívio, segurança e recuperação, especialmente para próstatas muito volumosas ou condições associadas.
Cirurgia a laser da próstata: enucleação da próstata com laser (HoLEP/ThuLEP)
A cirurgia a laser da próstata se tornou uma opção comum para tratar a hiperplasia prostática benigna (HPB). Ela visa aliviar a obstrução da uretra, melhorar o jato urinário e diminuir sintomas como urgência e noctúria.
Na enucleação da próstata com laser, o objetivo é remover o tecido excessivo que obstrui o canal urinário. HoLEP e ThuLEP seguem essa mesma direção. Elas liberam o fluxo ao remover o tecido excessivo, com boa hemostasia e recuperação rápida, especialmente em próstatas bem aumentadas.
O GreenLight Laser, por sua vez, utiliza foto-vaporização. Em vez de remover o tecido, ele o vaporiza. Isso pode permitir um retorno mais rápido às atividades, especialmente em casos selecionados. A escolha entre as modalidades depende do volume prostático e do risco de sangramento.
Existem também opções minimamente invasivas que não usam laser, como o Rezum. Esse método aplica vapor de água para reduzir o tecido prostático. Pode ser feito com sedação ou anestesia local, preservando melhor a ejaculação em muitos pacientes.
- HoLEP e ThuLEP: úteis quando se busca remoção completa do tecido obstrutivo, inclusive em próstatas grandes.
- GreenLight Laser: alternativa para perfis específicos, com abordagem por vaporização.
- Rezum: opção contemporânea para casos selecionados, com procedimento curto e foco em recuperação rápida.
Os detalhes variam de pessoa para pessoa. A indicação leva em conta a intensidade dos sintomas, comorbidades, uso de anticoagulantes e metas do paciente. Para quem busca um urologista experiente em cirurgia de próstata em Cuiabá-MT e Sorriso-MT, é importante conhecer o perfil do especialista em câncer de próstata. Esse profissional também atua em enucleação prostática e cirurgia robótica.
Cirurgia de próstata robótica (prostatectomia robótica): quando considerar
A cirurgia de próstata robótica é discutida quando se busca precisão, menos trauma e recuperação rápida. Ela evoluiu da laparoscopia, mantendo incisões pequenas e melhorando o controle cirúrgico.
O robô atua como extensão das mãos do cirurgião. Plataformas como Da Vinci e Versius permitem realizar procedimentos delicados com maior estabilidade. Isso melhora o acesso a áreas profundas da pelve.
O que muda com a cirurgia de próstata robótica: visão ampliada e maior precisão
Um grande benefício da cirurgia robótica é a visualização tridimensional do campo cirúrgico. Isso facilita a identificação de estruturas anatômicas e vasos pequenos.
Os braços robóticos permitem movimentos finos e estáveis. São essenciais na dissecção e reconstrução. Isso pode reduzir sangramento e dor nos primeiros dias, dependendo do caso.
Prostatectomia radical robótica no câncer de próstata: benefícios na preservação funcional
Na prostatectomia radical robótica, a próstata é removida completamente. A precisão pode preservar estruturas ao redor, melhorando continência urinária e função sexual.
A decisão depende do tumor, idade, comorbidades e história clínica. Um especialista em uro-oncologia deve avaliar os riscos e expectativas com transparência.
Para entender mais sobre os benefícios e cuidados pós-operatórios, leia vantagens da cirurgia robótica no câncer de próstata.
Prostatectomia transvesical robótica e o uso na HPB de próstata muito grande (alto volume, como ≥ 100g)
Na hiperplasia prostática benigna com próstata muito grande, a prostatectomia transvesical robótica pode ser considerada. Ela remove o tecido interno que comprime o canal da urina.
O objetivo é desobstruir o fluxo urinário e reduzir sintomas. A indicação é individual, dependendo do tamanho da próstata e condições gerais.
Recuperação e retorno às atividades: repouso relativo nas primeiras semanas e orientação individual
Após a cirurgia, a internação dura entre 1 e 2 dias. Isso varia conforme o procedimento e a resposta do paciente. Pode ser necessário usar sonda vesical por um período.
As primeiras 2 semanas são de repouso relativo, com caminhadas leves. O retorno às atividades deve ser gradual, sob orientação médica.
- Possíveis intercorrências: sangramento, infecção urinária, retenção urinária e dor leve, em geral controláveis com medidas e medicação.
- O custo costuma ser mais alto, mas pode fazer sentido quando os benefícios de precisão e recuperação são prioridade no seu caso.
Em Mato Grosso, o Dr. Rodolfo Garcia Borges atua em Cuiabá e Sorriso. Ele oferece telemedicina para pacientes do estado e regiões próximas. É especialista em cirurgia de próstata robótica no MT e Centro-Oeste, sendo o único urologista do estado certificado nas plataformas Versius e Da Vinci.
Para avaliação: www.drrodolfoborges.com.br e WhatsApp (065) 99673‑9522.
Conclusão
A cirurgia prostática abrange diversas técnicas, cada uma com seu propósito. No caso do aumento prostático, o objetivo é liberar a uretra removendo o tecido obstrutivo, para que haja melhora do fluxo urinário.
Já o câncer exige a remoção da próstata para controlar a doença, buscando preservar a continência e a função sexual.
Existem vários tipos de cirurgia de próstata, incluindo a RTU endoscópica, técnicas a laser como HoLEP e ThuLEP, e a cirurgia robótica. Além disso, há a cirurgia aberta, usada em casos específicos.
Cada método apresenta vantagens e limitações, sendo essencial entender suas indicações. Mais informações podem ser encontradas no site oficial do Dr. Rodolfo Garcia Borges – https://drrodolfoborges.com.br
A escolha da técnica cirúrgica depende de vários fatores. O diagnóstico, o volume da próstata, a gravidade dos sintomas e a presença de outras doenças são considerados. A preferência pessoal também influencia, pois afeta a ejaculação, a ereção e a continência. Por isso, a decisão deve ser tomada após uma avaliação completa, incluindo exame físico, PSA e exames de imagem.
Na recuperação, as técnicas variam, permitindo internação de 1 a 2 dias. Em alguns casos, a sonda vesical é necessária. O repouso é essencial nas primeiras semanas, e a volta às atividades deve ser gradual, sempre com orientação médica.
Para uma consulta com um urologista em Cuiabá-MT ou Sorriso-MT, o Dr. Rodolfo Garcia Borges oferece atendimento especializado e tratamentos modernos, com certificações em multiplas plataformas robóticas, como Versius e Da Vinci. Ele tem formação em cirurgia robótica no Hospital Israelita Albert Einstein e atua como médico instrutor (proctor) de cirurgia robótica no HCAN-MT. Para mais informações, visite www.drrodolfoborges.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (065) 99673-9522.
“Cirurgia de próstata” é sempre para câncer de próstata?
Não. O termo “cirurgia de próstata” abrange várias condições. Inclui tratamentos para hiperplasia prostática benigna (HPB) e cirurgias para câncer. Em HPB, o objetivo é remover tecido benigno. Já no câncer, o foco é remover o tumor e, às vezes, toda a glândula.
O que é a cirurgia de próstata, na prática?
Trata-se de um procedimento para doenças da glândula. Em casos de HPB, o objetivo é remover tecido benigno. Para câncer, a meta é remover o tumor, muitas vezes removendo toda a próstata.
Quando a cirurgia é indicada no aumento da próstata (HPB)?
A cirurgia é considerada quando o tratamento medicamentoso não resolve. Também quando há intolerância a efeitos colaterais ou surgem complicações. A decisão depende do volume da próstata e do impacto nos sintomas.
Quais complicações da HPB podem levar à cirurgia de próstata?
Complicações como retenção urinária e infecções urinárias podem levar à cirurgia. Em casos onde o tratamento clínico não é suficiente, a cirurgia é considerada para evitar piora.
Cirurgia para aumento da próstata afeta a vida sexual?
Sim, a cirurgia pode afetar a vida sexual. Um efeito comum é a ejaculação retrógrada, que ocorre em 40–60% dos casos. Há também riscos de incontinência urinária e impotência.
O que é cirurgia a laser da próstata e quando ela entra como opção?
A cirurgia a laser da próstata é uma alternativa para HPB. A enucleação da próstata com laser remove o tecido em excesso de forma eficiente, especialmente em próstatas muito aumentadas
O que é prostatectomia radical e por que ela é feita?
A prostatectomia radical remove toda a próstata e, às vezes, gânglios linfáticos próximos. É uma opção cirúrgica para câncer de próstata, com objetivo de controlar a doença e possivelmente curá-la
Como é a recuperação após cirurgia robótica da próstata?
A recuperação varia conforme a técnica. O tempo de internação é geralmente de 1 a 2 dias. Pode ser necessário usar sonda vesical por um período. O retorno às atividades leva cerca de 2 semanas.