Qual o melhor tratamento para o Câncer de Próstata?
Descubra o melhor tratamento para câncer de próstata e saiba como escolher a melhor opção para o seu caso. Sua saúde merece essa atenção!

Descobrir o melhor tratamento para câncer de próstata é uma jornada que envolve muitos fatores, incluindo o estágio da doença, a idade do paciente, seu estado geral de saúde e suas preferências pessoais. Com tantos avanços na medicina, as opções de tratamento se diversificaram, oferecendo alternativas menos invasivas e com menores efeitos colaterais.
É crucial que o paciente esteja bem informado para tomar decisões que melhor atendam às suas necessidades e expectativas de vida. A escolha do tratamento ideal não é simples e deve ser feita em conjunto com uma equipe médica especializada.
O câncer de próstata é uma das doenças mais comuns entre os homens, especialmente à medida que envelhecem. Felizmente, a detecção precoce e os avanços nos tratamentos têm melhorado significativamente as taxas de sobrevivência.
No entanto, cada caso é único, e o que funciona para um paciente pode não ser a melhor opção para outro. Por isso, é essencial conhecer as diferentes modalidades de tratamento e entender como cada uma pode impactar a vida do paciente.
Neste artigo, vamos explorar as principais alternativas de tratamento para o câncer de próstata, suas indicações, benefícios e possíveis efeitos colaterais. Ao final, você estará mais preparado para discutir com seu médico as opções mais adequadas para o seu caso específico, garantindo assim uma abordagem personalizada e eficaz para o combate à doença.
Sobre o autor – Dr. Rodolfo Garcia Borges, urologista especialista em cirurgia robótica da próstata em Mato Grosso.

O Dr. Rodolfo Garcia Borges é urologista e cirurgião robótico em Cuiabá-MT, com ampla experiência no tratamento do câncer de próstata e câncer de rim. Reconhecido como uma das maiores referências em cirurgia robótica do Mato Grosso e Centro-Oeste do país, o Dr. Rodolfo é o único urologista do estado certificado nas duas principais plataformas robóticas do mundo — Versius e Da Vinci.
Sua formação em cirurgia robótica foi realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, um dos centros de excelência médica mais respeitados da América Latina. Além disso, o Dr. Rodolfo atua como proctor (médico instrutor) de cirurgia robótica, contribuindo para a capacitação e formação de novos cirurgiões e para o avanço da cirurgia robótica urológica no Brasil.
Sua formação e especializações inclui:
- Residência Médica em Cirurgia Geral pela SES-MT;
- Residência Médica em Urologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM/UFMT);
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia e Uro-oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE);
- Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
- Membro internacional da Associação Europeia de Urologia (EAU);
- Membro da Confederação Americana de Urologia (CAU);
- Professor auxiliar da residência médica de Urologia no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM/UFMT);
- Urologista no departamento de Urologia, Uro-oncologia e Cirurgia Robótica do Hospital de Câncer, Oncocenter e Hospital São Matheus;
- Certificado nas plataformas robótica Da Vinci (Intuitive) e Versius (CMR);
- Médico instrutor (proctor) de Cirurgia Robótica Urológica em Cuiabá-MT.
Com uma trajetória sólida e centenas de procedimentos realizados com precisão e segurança da cirurgia robótica, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é referência no tratamento de doenças urológicas complexas utilizando a cirurgia robótica, especialmente câncer de próstata, câncer de rim e cirurgias urológicas reconstrutivas.
Atende presencialmente em Cuiabá-MT na Oncocenter e Sorriso-MT no COG, além de oferecer consultas por telemedicina para pacientes de todo o Mato Grosso e estados vizinhos, como Rondônia e Para.
Saiba mais em seu site oficial: www.drrodolfoborges.com.br
Estadiamento e estratificação de risco do câncer de próstata
O primeiro passo para determinar o tratamento mais adequado para o câncer de próstata é entender o estadiamento e a estratificação de risco da doença.
O estadiamento refere-se à extensão do câncer no corpo, enquanto a estratificação de risco avalia a agressividade do tumor com base em fatores como o nível de PSA (antígeno prostático específico), o escore de Gleason e a extensão da doença observada na biópsia.
No estadiamento, o câncer de próstata é classificado em estágios que vão de I a IV.
- Estágio I e II: O tumor está confinado à próstata. No estágio I, é pequeno; no estágio II, pode ser maior e mais agressivo.
- Estágio III: O câncer se espalhou para fora da próstata, mas ainda está limitado à área adjacente.
- Estágio IV: O câncer se disseminou para outras partes do corpo, como ossos, linfonodos ou outros órgãos (metástase).
Estratificação de risco do cancer de próstata
A estratificação de risco é frequentemente categorizada em risco baixo, intermediário e alto. Pacientes com risco baixo geralmente têm tumores menos agressivos e localizados, enquanto aqueles com risco intermediário podem ter tumores mais grandes ou com características histológicas mais agressivas. Pacientes de alto risco têm cânceres que são mais propensos a se espalhar rapidamente e a recidivar após o tratamento inicial.
Baixo risco
- Tumores pequenos e pouco agressivos
Risco intermediário
- Tumores com maior volume ou Gleason intermediário
Alto risco
- Tumores mais agressivos ou com maior chance de disseminação
Essa classificação orienta a escolha da melhor estratégia terapêutica.
Como é feito o tratamento do câncer de próstata?
O tratamento do câncer de próstata pode variar amplamente dependendo do estágio da doença e da estratificação de risco. As opções incluem vigilância ativa, tratamentos cirúrgicos, radioterapia, terapias focais, bloqueio hormonal e quimioterapia. Cada uma dessas abordagens tem suas próprias indicações, benefícios e potenciais efeitos colaterais.
A escolha do tratamento é uma decisão complexa que deve ser tomada em conjunto com uma equipe médica. É importante considerar não apenas a eficácia do tratamento, mas também os possíveis impactos na qualidade de vida do paciente.
Alguns tratamentos podem ser mais adequados para pacientes mais jovens e saudáveis, enquanto outros podem ser preferíveis para pacientes mais velhos ou com outras condições de saúde.
A decisão sobre o tratamento também pode ser influenciada pelas preferências pessoais do paciente. Alguns podem preferir um tratamento mais agressivo para remover completamente o câncer, enquanto outros podem optar por abordagens menos invasivas que preservem a qualidade de vida.
A consulta com um urologista, oncologista e outros especialistas é fundamental para garantir que todas as opções sejam consideradas e que o paciente receba o melhor cuidado possível.
Vigilância Ativa
A vigilância ativa é uma abordagem de tratamento que envolve o monitoramento rigoroso do câncer de próstata sem a intervenção imediata. Esta opção é geralmente recomendada para homens com câncer de próstata de baixo risco, que é pequeno, confinado à próstata e de crescimento lento.
O objetivo da vigilância ativa é evitar ou adiar os efeitos colaterais dos tratamentos mais agressivos, como cirurgia e radioterapia, que podem afetar significativamente a qualidade de vida.
Durante a vigilância ativa, o paciente é submetido a exames regulares de PSA, exames de toque retal e biópsias de próstata para monitorar qualquer mudança no câncer. Se os exames indicarem que o câncer está crescendo ou se tornando mais agressivo, o tratamento ativo pode ser iniciado. Esta abordagem permite que muitos homens vivam anos sem sintomas ou complicações do câncer, mantendo uma boa qualidade de vida.
Embora a vigilância ativa seja uma opção segura e eficaz para muitos homens, é importante que os pacientes estejam dispostos a aderir a um regime rigoroso de acompanhamento médico.
A comunicação aberta com o médico é essencial para garantir que qualquer mudança na saúde seja detectada e tratada rapidamente. Esta abordagem também pode causar ansiedade em alguns pacientes, que podem se preocupar com a progressão do câncer enquanto aguardam o tratamento.
Tratamentos cirúrgicos: prostatectomia radical robótica, videolaparoscópica e aberta

A prostatectomia radical é uma das opções de tratamento mais comuns para o câncer de próstata localizado. Este procedimento envolve a remoção completa da próstata e, em alguns casos, dos tecidos circundantes e linfonodos. Existem várias técnicas para realizar a prostatectomia radical, incluindo a cirurgia aberta, a videolaparoscopia e a cirurgia robótica.
Prostatectomia radical convencional (cirurgia aberta)
A cirurgia aberta, também conhecida como prostatectomia radical retropúbica, é a forma tradicional de remover a próstata. Durante este procedimento, o cirurgião faz uma incisão no abdômen para acessar e remover a próstata. Embora seja uma técnica eficaz, a cirurgia aberta pode resultar em uma recuperação mais longa, menor chance de preservação da continencia urinaria e função sexual, e maior risco de complicações, como infecções e perda de sangue.
Prostatectomia radical videolaparoscópica
A videolaparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que utiliza pequenas incisões e instrumentos especiais para remover a próstata. Este método geralmente resulta em menos dor, menor tempo de recuperação e menos complicações em comparação com a cirurgia aberta. Porém, ainda permanece uma técnica com resultados inferiores a prostatectomia robótica.
Prostatectomia radical robótica (Padrão Ouro)
A prostatectomia radical robótica é uma forma avançada e mais moderna que a videolaparoscopia, utiliza um sistema robótico para realizar a cirurgia com maior precisão. Esta técnica oferece benefícios superiores a outras técnicas descritas, com a vantagem adicional de movimentos mais precisos e melhor visualização para o cirurgião.
Como especialista e medico instrutor (proctor) nesta técnica, destaco que a cirurgia robótica maximiza as chances de preservação dos nervos responsáveis pela ereção e pela continência urinária, além de proporcionar um retorno muito mais rápido do paciente às suas atividades normais.
Radioterapia câncer de próstata

A radioterapia é uma opção de tratamento que utiliza radiação de alta energia para destruir as células cancerosas. Este tratamento pode ser utilizado como uma alternativa à cirurgia para pacientes com câncer de próstata localizado ou como tratamento adjuvante após a cirurgia para eliminar quaisquer células cancerosas remanescentes. Existem várias formas de radioterapia, incluindo a radioterapia externa e a braquiterapia.
A radioterapia externa envolve o uso de uma máquina que direciona feixes de radiação para a próstata a partir do exterior do corpo. Este tratamento é geralmente administrado em sessões diárias ao longo de várias semanas.
A radioterapia conformacional tridimensional (3D-CRT) e a radioterapia de intensidade modulada (IMRT) são técnicas avançadas que permitem que os feixes de radiação sejam moldados com precisão para atingir o tumor, minimizando o dano aos tecidos saudáveis circundantes.
A braquiterapia, por outro lado, envolve a colocação de pequenas sementes radioativas diretamente na próstata. Estas sementes emitem radiação de baixa dose ao longo do tempo, destruindo as células cancerosas com mínimos efeitos colaterais para os tecidos circundantes.
A braquiterapia pode ser utilizada como tratamento único para cânceres de baixo risco ou em combinação com radioterapia externa para cânceres de risco intermediário ou alto.
Terapias focais: HIFU, Eletroporação Irreversível (NanoKnife) e Crioterapia

As terapias focais são abordagens minimamente invasivas que visam destruir apenas a porção do tecido prostático onde o câncer está presente, preservando o máximo possível de tecido saudável. Estas técnicas são geralmente indicadas para pacientes com câncer de próstata de baixo a intermediário risco, que desejam evitar os efeitos colaterais associados a tratamentos mais agressivos.
O HIFU (Ultrassom Focalizado de Alta Intensidade) utiliza ondas de ultrassom de alta energia para aquecer e destruir as células cancerosas. Este procedimento é realizado através da inserção de uma sonda no reto, que emite ondas de ultrassom focadas na próstata. O HIFU oferece a vantagem de ser uma técnica não invasiva com um tempo de recuperação relativamente curto, mas pode não ser adequado para todos os pacientes.
A Eletroporação Irreversível, também conhecida como NanoKnife, é uma técnica que utiliza pulsos elétricos de alta voltagem para criar pequenos poros nas células cancerosas, causando sua morte. Este procedimento é realizado com a inserção de agulhas finas na próstata, guiadas por imagem. A Eletroporação Irreversível é uma opção promissora para pacientes que buscam uma alternativa minimamente invasiva com menos efeitos colaterais.
A Crioterapia, por sua vez, envolve o uso de temperaturas extremamente baixas para congelar e destruir as células cancerosas. Durante este procedimento, sondas finas são inseridas na próstata, e gases de resfriamento são utilizados para congelar o tecido canceroso. A Crioterapia pode ser uma opção eficaz para pacientes que não são candidatos a cirurgia ou radioterapia, embora possa estar associada a alguns efeitos colaterais, como disfunção erétil e incontinência urinária.
Bloqueio Hormonal e Quimioterapia
O bloqueio hormonal, também conhecido como terapia de privação androgênica (ADT), é uma abordagem de tratamento que visa reduzir os níveis de hormônios masculinos (andrógenos) no corpo, que podem estimular o crescimento do câncer de próstata. Esta terapia pode ser utilizada sozinha ou em combinação com outros tratamentos, como cirurgia ou radioterapia, especialmente em casos de câncer de próstata avançado ou metastático.
Existem várias formas de bloqueio hormonal, incluindo medicamentos que bloqueiam a produção de andrógenos nos testículos, medicamentos que bloqueiam a ação dos andrógenos nas células cancerosas e cirurgia para remover os testículos (orquiectomia). O bloqueio hormonal pode ser eficaz na redução do crescimento do câncer e no alívio dos sintomas, mas pode estar associado a efeitos colaterais, como perda de libido, disfunção erétil, fadiga, perda de massa muscular e osteoporose.
A quimioterapia é uma abordagem de tratamento que utiliza medicamentos para destruir as células cancerosas. Este tratamento é geralmente reservado para casos de câncer de próstata avançado ou metastático que não respondem ao bloqueio hormonal. A quimioterapia pode ser administrada por via oral ou intravenosa e envolve ciclos de tratamento seguidos por períodos de descanso para permitir a recuperação do corpo.
Embora a quimioterapia possa ser eficaz na redução do tamanho do tumor e no controle dos sintomas, ela também pode causar uma série de efeitos colaterais, incluindo náuseas, vômitos, perda de cabelo, fadiga, infecções e anemia. É importante que os pacientes discutam com seu médico os potenciais benefícios e riscos da quimioterapia e sejam monitorados de perto durante o tratamento.
Efeitos colaterais dos tratamentos do câncer de próstata
Os tratamentos para o câncer de próstata, embora eficazes, podem estar associados a uma variedade de efeitos colaterais que podem impactar a qualidade de vida do paciente. É essencial que os pacientes estejam cientes desses possíveis efeitos e discutam com seu médico as estratégias para gerenciá-los.
A cirurgia de prostatectomia radical, por exemplo, pode resultar em incontinência urinária e disfunção erétil. A incontinência urinária pode variar de leve a severa e pode melhorar com o tempo e com exercícios do assoalho pélvico. A disfunção erétil pode ser temporária ou permanente, dependendo da extensão da cirurgia e da preservação dos nervos responsáveis pela ereção. Sendo a prostatectomia robótica a melhor técnica para preservação da continencia e função sexual.
A radioterapia também pode causar efeitos colaterais, como fadiga, problemas urinários e intestinais, e disfunção erétil. A fadiga é comum durante e após o tratamento e pode ser gerenciada com descanso adequado e atividade física moderada. Problemas urinários, como aumento da frequência, incontinencia e urgência urinária, podem ser tratados com medicamentos. Problemas intestinais, como diarreia e desconforto retal, podem ser aliviados com mudanças na dieta e medicamentos.
Os tratamentos hormonais e a quimioterapia podem causar efeitos colaterais sistêmicos, como perda de libido, disfunção erétil, fadiga, perda de massa muscular, osteoporose, náuseas, vômitos, perda de cabelo e maior suscetibilidade a infecções. É importante que os pacientes discutam com seu médico as estratégias para gerenciar esses efeitos colaterais e mantenham um acompanhamento regular para monitorar sua saúde geral durante o tratamento.
Qual tratamento oferece maior chance de cura?
Quando o câncer de próstata é diagnosticado em fase inicial, as taxas de cura são muito elevadas.
As principais opções com intenção curativa são:
- prostatectomia radical (especialmente via robótica)
- radioterapia com intenção curativa
Diversos estudos demonstram que ambas podem oferecer excelentes resultados oncológicos quando corretamente indicadas. A escolha entre cirurgia ou radioterapia depende da avaliação individual do paciente, levando em consideração fatores clínicos, características do tumor e preferências pessoais.
Qual é o tratamento mais moderno para câncer de próstata?
Entre os avanços mais relevantes da urologia moderna está a cirurgia robótica, que revolucionou o tratamento cirúrgico do câncer de próstata. Com o auxílio de plataformas robóticas, o cirurgião consegue realizar procedimentos extremamente precisos, com melhor visualização anatômica e maior capacidade de preservação das estruturas nobres da pelve, resultado em maior preservação dos nervos responsaveis pela ereção e continência urinaria.
Essa tecnologia tem permitido resultados cada vez melhores em termos de:
- controle do câncer
- recuperação funcional
- qualidade de vida após a cirurgia
Por esse motivo, a prostatectomia radical robótica tem sido cada vez mais adotada em centros especializados no tratamento do câncer de próstata.
Quando procurar um especialista em câncer de próstata?
A avaliação por um urologista com experiência em uro-oncologia é fundamental para definir a melhor estratégia terapêutica. Cada caso deve ser discutido de forma individualizada, levando em conta:
- características do tumor
- exames de imagem
- resultados da biópsia
- condições clínicas do paciente
Em muitos centros, a decisão terapêutica é feita em conjunto com uma equipe multidisciplinar, envolvendo urologistas, oncologistas e radioterapeutas.
Conclusão e importância do acompanhamento médico após o tratamento
A decisão sobre o melhor tratamento para câncer de próstata é complexa e deve ser personalizada para atender às necessidades e preferências individuais de cada paciente. A escolha do tratamento deve ser feita em conjunto com uma equipe médica especializada, levando em consideração fatores como o estágio da doença, a agressividade do tumor, a saúde geral do paciente e seus objetivos de vida.
Após o tratamento, o acompanhamento médico contínuo é essencial para monitorar a recuperação do paciente, detectar qualquer sinal de recidiva do câncer e gerenciar os efeitos colaterais dos tratamentos. Exames regulares de PSA, exames de imagem e consultas médicas são importantes para garantir que o câncer seja mantido sob controle e que a qualidade de vida do paciente seja preservada.
Em resumo, o tratamento do câncer de próstata é uma jornada que requer informação, apoio e cuidados médicos especializados. Com os avanços na medicina, os pacientes têm acesso a uma variedade de opções de tratamento que podem ser adaptadas às suas necessidades individuais. A chave para um tratamento bem-sucedido é uma abordagem colaborativa entre o paciente e sua equipe médica, garantindo que todas as opções sejam consideradas e que o melhor plano de ação seja implementado para alcançar os melhores resultados possíveis.
Perguntas frequentes sobre tratamento do câncer de próstata:
Qual é o tratamento mais eficaz para câncer de próstata?
O tratamento mais eficaz para câncer de próstata pode incluir cirurgia, radioterapia ou terapia hormonal, dependendo do estágio e da gravidade da doença. É essencial consultar um médico especialista para um diagnóstico e plano de tratamento adequados.
O câncer de próstata em estágio 2 tem cura?
Sim, o câncer de próstata em estágio 2 pode ser curável, especialmente se diagnosticado precocemente e tratado adequadamente. É importante consultar um médico especialista para determinar o melhor plano de tratamento.
Qual o melhor cirurgia para o câncer de próstata?
A melhor cirurgia para o câncer de próstata é a prostatectomia radical robótica, oferecendo tratamento oncológico eficaz e resultados funcionais superiores a outras técnicas.
A cirurgia da próstata deixa o homem impotente?
A cirurgia da próstata pode causar impotência sexual em alguns homens, mas nem todos os pacientes enfrentam esse efeito colateral. Fatores como tipo de cirurgia, idade e saúde geral influenciam o risco de impotência. É importante discutir preocupações específicas com um médico especialista.
Quais os benefícios da cirurgia robótica da próstata?
Os benefícios da cirurgia robótica da próstata incluem:
Menor sangramento durante o procedimento.
Recuperação mais rápida.
Menor tempo de internação.
Redução da dor pós-operatória.
Precisão cirúrgica aprimorada.
Menor risco de complicações.
Preservação de nervos responsáveis pela função sexual e urinaria.
Menor cicatriz estética.


