Nefrectomia: Entenda o procedimento e suas indicações
Nefrectomia: Entenda o procedimento e suas indicações
A nefrectomia é um procedimento cirúrgico crucial no tratamento de doenças renais, principalmente no tumores renais. Neste artigo, conheça suas indicações e como é realizado a cirurgia do rim e a cirurgia robótica do tumor renal.

Dr. Rodolfo Garcia Borges – Urologista especialista em câncer de rim e cirurgia robótica urológica em Cuiabá e Mato Grosso
O Dr. Rodolfo Garcia Borges (CRM-MT 10015 | RQE 5395 | RQE 7493) é médico urologista, uro-oncologista e especialista em cirurgia robótica urológica em Cuiabá e Mato Grosso. Atua principalmente no tratamento do câncer de próstata, câncer de rim, hiperplasia prostática benigna (próstata aumentada) e outras doenças urológicas complexas por meio da cirurgia robótica.
Reconhecido como uma referência em cirurgia robótica do Mato Grosso e Centro-Oeste do país, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é o único urologista do estado certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) como cirurgião robótico e cirurgião instrutor (proctor) nas duas principais plataformas robóticas do mundo — Versius e Da Vinci.
Com formação em cirurgia robótica em urologia e uro-oncologia realizada no Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo), um dos centros de excelência médica mais respeitados da América Latina. Dr. Rodolfo atua como cirurgião instrutor (proctor) de cirurgia robótica certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em Cuiabá-MT e outros estados do país, contribuindo para a capacitação e formação de novos cirurgiões robóticos e para o avanço da cirurgia robótica urológica no Brasil.
Sua formação e especializações incluem:
- Residência Médica em Cirurgia Geral pela SES-MT;
- Residência Médica em Urologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM/UFMT);
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia e Uro-oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE);
- Cirurgião Robótico certificado pela INTUITIVE Surgical e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) na plataforma robótica Da Vinci;
- Cirurgião Robótico certificado pela CMR Surgical e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) na plataforma robótica Versius;
- Cirurgião robótico instrutor (PROCTOR) certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) na plataforma robótica Da Vinci e Versius.
- Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
- Membro internacional da Associação Europeia de Urologia (EAU);
- Membro da Confederação Americana de Urologia (CAU);
- Professor auxiliar da residência médica de Urologia no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM/UFMT);
- Urologista no departamento de Urologia, Uro-oncologia e Cirurgia Robótica do Hospital São Matheus, Oncocenter e Hospital de Câncer;
Com uma trajetória sólida e centenas de procedimentos realizados com precisão e segurança da cirurgia robótica, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é referência no tratamento de doenças urológicas complexas utilizando a cirurgia robótica em Mato Grosso, especialmente câncer de próstata, câncer de rim, tumores de adrenal, hiperplasia prostática benigna (HBP) e cirurgias urológicas de alta complexidade e da próstata.
Atende presencialmente em Cuiabá-MT na clinica Oncocenter e em Sorriso-MT, além de consultas por telemedicina para pacientes de todo o Mato Grosso, Rondônia, Pará e demais regiões do Brasil. Agende sua consulta com um urologista especialista em cirurgia robótica para avaliação especializada em câncer de próstata, câncer de rim e cirurgia robótica urológica.
O que é a Nefrectomia?
É uma cirurgia do rim que envolve a remoção parcial ou total de um rim. Este procedimento pode ser necessário em várias situações clínicas, como no tratamento de tumores renais, cistos renais, infecções graves, ou lesões traumáticas.
A remoção do rim pode ser realizada de forma aberta, através de uma incisão maior, ou por via robótica, que é menos invasiva e utiliza pequenas incisões. Resultando em menor risco de complicações e sangramento perioperatório.
A cirurgia é frequentemente recomendada quando uma parte significativa do rim está comprometida e não pode ser salva por outros meios. Embora a ideia de remover um rim possa parecer assustadora, é importante lembrar que muitas pessoas vivem uma vida saudável com apenas um rim. A decisão de realizar a cirurgia é baseada em uma avaliação cuidadosa das condições de saúde do paciente e da funcionalidade do rim afetado.
Além disso, a cirurgia pode ser necessária em casos de doação de rim para transplante, onde um rim saudável é removido de um doador vivo para ser transplantado em um paciente com insuficiência renal. Este aspecto altruísta da cirurgia é crucial para salvar vidas e melhorar a qualidade de vida de muitos pacientes que dependem de diálise.
Indicações de Nefrectomia
As indicações para a cirurgia do rim são variadas e incluem tanto condições benignas quanto malignas. Uma das principais indicações é o câncer renal, onde a remoção do rim afetado pode ser a melhor opção para controlar a doença e prevenir sua disseminação.
Tumores renais malignos, como o carcinoma de células renais, frequentemente requerem uma abordagem cirúrgica agressiva para garantir a remoção completa do tumor. Entretanto, com o surgimento da cirurgia robótica, a cada dia que passa a realização da cirurgia Parcial Robótica ganha mais espaço para tumores de variados tamanhos, preservando o rim acometido pelo tumor.
Outro motivo comum para a cirurgia é a presença de rim não funcionante que ocasiona sintomas e infecções recorrentes no paciente.
Infecções renais graves e recorrentes, como pielonefrite crônica, também podem levar à necessidade de remoção do rim. Quando o tecido renal é severamente danificado e não responde mais ao tratamento médico, a remoção do rim afetado pode ser necessária para prevenir a propagação da infecção e proteger a função renal remanescente. Além disso, malformações congênitas e lesões traumáticas graves ao rim também podem justificar a necessidade de uma cirurgia.
Tipos de nefrectomia
Existem vários tipos de nefrectomia, cada um indicado para diferentes situações clínicas. A nefrectomia radical é a remoção completa do rim e o tecido adiposo perirrenal. Este tipo de cirurgia é frequentemente realizado em casos de câncer renal avançado, onde é essencial remover todas as estruturas potencialmente envolvidas pela doença.
A nefrectomia parcial, por outro lado, envolve a remoção apenas da parte do rim que contém o tumor ou a lesão, preservando o máximo possível do tecido renal saudável. Este procedimento é preferido em casos onde o tumor é pequeno e localizado, ou quando o paciente possui apenas um rim funcional, múltiplos tumores renais, tumores renais bilaterais, doença renal crônica. A nefrectomia parcial pode ajudar a preservar a função renal e reduzir o risco de insuficiência renal e hemodialise a longo prazo.
Outro tipo é a nefrectomia robótica, uma técnica minimamente invasiva que utiliza pequenas incisões e uma câmera para guiar a cirurgia. Este método geralmente resulta em menos dor pós-operatória, uma recuperação mais rápida e menores cicatrizes em comparação com a cirurgia aberta. A escolha do tipo de nefrectomia depende de vários fatores, incluindo a condição específica do paciente, a localização e o tamanho do tumor, e a experiência do cirurgião.
Nefrectomia robótica: Parcial x Total

Na nefrectomia robótica, a grande decisão é simples: preservar rim quando possível (nefrectomia parcial) ou retirar o rim inteiro quando necessário (nefrectomia total/radical).
Nefrectomia Parcial Robótica
A nefrectomia parcial robótica é a opção preferida na maioria dos tumores renais pequenos e bem localizados, porque remove o tumor com margem de segurança e mantém o máximo de função renal — algo crucial em pacientes com lesões bilaterais, tumores múltiplos, rim único ou risco de doença renal crônica. Sendo a primeira opção no tratamento do câncer de rim, sempre que possível.
Saiba mais sobre o tratamento de câncer de rim: Tratamento do Câncer de Rim em Cuiabá-MT
Nefrectomia Total Robótica
Já a nefrectomia total robótica entra em cena quando a preservação não é segura ou viável, como em tumores maiores, muito centrais/complexos, com envolvimento amplo do rim ou quando há suspeita de extensão local. Em mãos experientes, a cirurgia robótica oferece precisão e controle fino da sutura e da hemostasia, permitindo uma estratégia sob medida: tratar o câncer com rigor, sem “gastar rim” à toa.
Como é realizado a Nefrectomia?
O procedimento de nefrectomia começa com a preparação do paciente, que inclui exames pré-operatórios detalhados para avaliar a saúde geral e a função renal. O paciente é então colocado sob anestesia geral para garantir que não sinta dor durante a cirurgia. O cirurgião faz uma incisão na região abdominal ou lateral, dependendo do tipo de nefrectomia a ser realizado.
No caso da nefrectomia aberta, uma incisão maior é feita para permitir o acesso direto ao rim. O cirurgião então cuidadosamente separa o rim dos tecidos circundantes, ligando os vasos sanguíneos e os ureteres que conectam o rim à bexiga. Após a remoção do rim, o cirurgião fecha a incisão com suturas e aplica um curativo estéril.
Para a nefrectomia robótica, pequenas incisões são feitas para inserir os instrumentos cirúrgicos e a câmera laparoscópica. O cirurgião visualiza o interior do corpo em um monitor e utiliza os instrumentos para dissecar o rim. Este método minimamente invasivo permite uma recuperação mais rápida, menor risco de sangramento, menor risco de complicações, menos dor pós-operatória e maior chance de preserver o tecido saudavel do rim. Após a remoção do rim, as pequenas incisões são fechadas com suturas ou adesivos cirúrgicos.
Riscos e complicações da nefrectomia
Como qualquer procedimento cirúrgico, a nefrectomia apresenta riscos e possíveis complicações. Uma das complicações mais comuns é a infecção, que pode ocorrer no local da incisão ou internamente. É essencial monitorar sinais de infecção, como febre, vermelhidão, inchaço ou drenagem de pus, e procurar atendimento médico imediato se esses sintomas ocorrerem.
Outra complicação potencial é o sangramento excessivo durante ou após a cirurgia. Embora os cirurgiões tomem medidas para controlar o sangramento, pode ser necessário realizar transfusões de sangue em alguns casos. Lesões em órgãos próximos, como o baço, fígado ou intestinos, também podem ocorrer, especialmente em cirurgias complexas ou em pacientes com anatomia alterada.
Além disso, há o risco de desenvolvimento de hérnias no local da incisão, especialmente em cirurgias abertas. A insuficiência renal é uma preocupação significativa em pacientes que já possuem função renal comprometida antes da cirurgia. É crucial que os pacientes sigam todas as orientações pós-operatórias e compareçam às consultas de acompanhamento para monitorar sua recuperação e detectar quaisquer complicações precocemente. Outras complicações que podem ocorrer são: íleo paralitico, tromboembolismo venoso, deiscência da incisão cirúrgica, seroma, fistulas urinarias, linfocele, atelectasia e abscessos intracavitários.
A realização da nefrectomia robótica diminui consideravelmente estes riscos citados, além de aumentar a chance de preservação do rim acometido (Nefrectomia Parcial) e menor tempo de internação hospitalar. Em centros de grande volume, um paciente submetido a nefrectomia robótica fica internado em media dois dias.
Cuidados pós-operatórios
Os cuidados pós-operatórios são fundamentais para uma recuperação bem-sucedida após a nefrectomia. Imediatamente após a cirurgia, o paciente é monitorado na sala de recuperação para garantir que esteja acordando da anestesia sem complicações. A equipe médica verificará sinais vitais, níveis de dor e a função renal remanescente.
Nos primeiros dias após a cirurgia, é importante que o paciente se levante e comece a caminhar o mais cedo possível para prevenir complicações como trombose venosa profunda, tromboembolismo pulmonar e íleo paralitico. A mobilização precoce ajuda a melhorar a circulação sanguínea e promove a recuperação. A ingestão de líquidos é incentivada para ajudar a manter a função renal e prevenir a desidratação.
Os pacientes devem seguir uma dieta balanceada e evitar alimentos que possam irritar o trato urinário. É essencial evitar levantar objetos pesados e atividades extenuantes por várias semanas para permitir que o corpo se recupere adequadamente. O controle da dor é uma parte importante do processo de recuperação, e os médicos podem prescrever analgésicos para ajudar a gerenciar o desconforto.
Recuperação após a nefrectomia
A recuperação após a nefrectomia pode variar de paciente para paciente, dependendo de fatores como a idade, a condição de saúde geral e o tipo de cirurgia realizada. Em geral, pacientes submetidos à nefrectomia robótica podem esperar uma recuperação mais rápida em comparação com aqueles que passaram por uma nefrectomia aberta. No entanto, ambos os tipos de cirurgia exigem um período de repouso e cuidados pós-operatórios adequados.
Nos primeiros dias após a alta hospitalar, é comum sentir algum grau de dor e desconforto na área da incisão. A dor geralmente diminui com o tempo e pode ser gerenciada com analgésicos prescritos pelo médico. É importante seguir todas as recomendações médicas e comparecer às consultas de acompanhamento para monitorar a recuperação e detectar qualquer complicação.
A maioria dos pacientes pode retornar às suas atividades normais dentro de 4 a 6 semanas após a cirurgia, embora isso possa variar. Atividades físicas intensas devem ser evitadas até que o médico libere o paciente. A função renal remanescente será monitorada regularmente para garantir que o rim restante esteja funcionando adequadamente e para detectar qualquer sinal de insuficiência renal.
Nefrectomia em casos de câncer renal

A nefrectomia é frequentemente o tratamento de escolha para pacientes com câncer renal, especialmente quando o tumor é localizado e operável. O câncer renal, ou carcinoma de células renais, é uma das formas mais comuns de câncer de rim e pode ser agressivo se não tratado adequadamente. A nefrectomia radical é geralmente recomendada para tumores grandes ou quando há suspeita de invasão em estruturas adjacentes.
Para tumores menores e sem invasão de outras estruturas, a nefrectomia parcial é a opção de primeira escolha. Este procedimento preserva o máximo possível do tecido renal saudável, o que é particularmente importante para pacientes com função renal comprometida ou aqueles que têm apenas um rim funcional.
A decisão sobre o tipo de nefrectomia a ser realizado é baseada em uma avaliação detalhada do tumor, da saúde geral do paciente e das preferências pessoais.
A remoção cirúrgica do tumor renal é crucial para controlar a doença e prevenir sua disseminação para outros órgãos. Em alguns casos, a nefrectomia pode ser combinada com outras modalidades de tratamento, como imunoterapia, para melhorar os resultados. O acompanhamento regular e a detecção precoce de recidivas são essenciais para o sucesso a longo prazo no tratamento do câncer renal.
Alternativas à nefrectomia
Embora a nefrectomia seja um tratamento eficaz para muitas condições renais, existem alternativas que podem ser consideradas, dependendo da situação clínica específica. A ablação por radiofrequência e a crioterapia são técnicas minimamente invasivas que podem ser utilizadas para tratar pequenos tumores renais pequenos. Esses métodos envolvem a destruição do tumor através de calor ou frio extremo, respectivamente, e podem ser uma opção para pacientes que não são candidatos ideais para cirurgia.
Outra alternativa é a vigilância ativa, que pode ser apropriada para pacientes com tumores renais pequenos e de crescimento lento. Nesta abordagem, o tumor é monitorado regularmente através de exames de imagem e testes laboratoriais, e o tratamento cirúrgico é reservado para quando houver evidências de crescimento ou mudança nas características do tumor. Esta estratégia é frequentemente utilizada em pacientes idosos ou com múltiplas comorbidades.
Além disso, a terapia médica, incluindo medicamentos direcionados e imunoterapia, pode ser uma opção para pacientes com câncer renal avançado ou metastático. Esses tratamentos ajudam a controlar o crescimento do tumor e podem ser usados em combinação com a cirurgia ou como tratamento primário em casos onde a cirurgia não é viável. A escolha da abordagem de tratamento depende de uma avaliação cuidadosa da condição do paciente e das características específicas da doença.
Conclusão e considerações finais
A nefrectomia é um procedimento cirúrgico vital no tratamento de diversas condições renais, incluindo câncer, infecções graves e lesões traumáticas. A decisão de realizar uma nefrectomia é baseada em uma avaliação cuidadosa da saúde do paciente, da funcionalidade do rim afetado e das opções de tratamento disponíveis. A cirurgia pode ser realizada de forma aberta ou via robótica, cada uma com suas próprias vantagens e desvantagens.
Os cuidados pós-operatórios e a recuperação são cruciais para o sucesso a longo prazo da nefrectomia. A mobilização precoce, a ingestão adequada de líquidos e o controle da dor são componentes importantes do processo de recuperação. Os pacientes devem seguir todas as recomendações médicas e comparecer às consultas de acompanhamento para monitorar a função renal e detectar qualquer complicação precocemente.
Embora a nefrectomia seja um tratamento eficaz para muitas condições renais, existem alternativas que podem ser consideradas, dependendo da situação clínica específica do paciente. A ablação por radiofrequência, a crioterapia e a vigilância ativa são algumas das opções que podem ser exploradas em casos apropriados. A escolha do tratamento ideal deve ser feita em conjunto com o médico, levando em consideração todos os fatores relevantes para garantir os melhores resultados possíveis.
Perguntas frequentes (FAQ):
O que é nefrectomia e quando ela é indicada?
A nefrectomia é a remoção cirúrgica de um rim ou uma parte dele (nefrectomia parcial). Ela é indicada em casos de câncer renal, tumores renais, cistos renais, infecções do rim, lesões renais traumáticas ou em situações onde o rim está comprometido e não funciona adequadamente.
Qual a diferença entre nefrectomia parcial e nefrectomia total (radical)?
A nefrectomia parcial envolve a remoção de uma parte do rim, geralmente para tratar tumores pequenos ou doenças localizadas, preservando o restante do órgão. A nefrectomia total (radical) consiste na remoção completa do rim afetado, e é indicada em casos de câncer renal mais avançado ou disseminado.
Qual a forma mais segura de realizar uma nefrectomia?
A nefrectomia deve ser realizada por um cirurgião especializado em um ambiente hospitalar controlado, utilizando técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, como a nefrectomia robótica. A técnica robótica diminui os riscos de complicações relacionadas ao procedimento.
É possível viver normalmente com apenas um rim?
Sim, é possível viver normalmente com apenas um rim. Muitas pessoas levam uma vida saudável e ativa com um único rim.
Quais são os principais riscos e complicações de uma nefrectomia?
Os principais riscos e complicações de uma nefrectomia incluem:
Sangramento excessivo e tromboembolismo.
Infecção.
Lesão a órgãos adjacentes.
Coágulos sanguíneos.
Problemas respiratórios.
Reação adversa à anestesia.
Insuficiência renal (especialmente se houver rim único).
Dor crônica.
Hérnias no local da incisão.
Complicações relacionadas à cicatrização.

