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Dr. Rodolfo Garcia Borges – Urologia e Cirurgia Robótica – Cuiabá – MT

Câncer de Próstata

Câncer de próstata tem cura? Entenda o prognóstico em cada estágio da doença.

593 visualizacoes Dr. Rodolfo Garcia Borges

Receber o diagnóstico de câncer de próstata costuma ser um momento de grande preocupação. Entre todas as dúvidas que surgem, uma delas quase sempre aparece logo na primeira consulta: “Doutor, o câncer de próstata tem cura?

A resposta é sim. Muitos pacientes podem ser tratados com intenção curativa, principalmente quando o tumor é diagnosticado ainda localizado na próstata. As chances de cura podem ultrapassar 95% quando a doença é detectada em estágios iniciais, ou seja, precocemente.

No entanto, não existe uma única porcentagem de cura válida para todos os casos. A probabilidade de controle definitivo da doença depende de diversos fatores, como:

  • estágio do câncer;
  • valor do PSA;
  • grupo ISUP (classificação da agressividade do tumor);
  • extensão da doença nos exames;
  • condições clínicas do paciente;
  • tratamento realizado.

Em outras palavras, dois pacientes com câncer de próstata podem apresentar prognósticos completamente diferentes, mesmo tendo recebido o mesmo diagnóstico inicial. Neste artigo você entenderá:

  • quando o câncer de próstata pode ser curado;
  • quais fatores influenciam as chances de cura;
  • como funciona a estratificação de risco;
  • o que significa recidiva bioquímica;
  • quando ainda existe possibilidade de tratamento após o aumento do PSA;
  • qual o papel da cirurgia robótica no tratamento moderno.

Se você deseja entender todos os aspectos da doença, incluindo sintomas, exames, diagnóstico e opções de tratamento, leia também nosso artigo completo sobre câncer de próstata – Câncer de Próstata: Sintomas, diagnóstico e tratamento moderno

O câncer de próstata tem cura definitiva?

Na maioria dos casos, sim. Quando o câncer permanece restrito à próstata (doença localizada), muitos pacientes podem ser tratados com intenção curativa através da cirurgia, da radioterapia ou, em situações específicas, por outras estratégias definidas pelo urologista e pelo oncologista.

Já quando a doença é diagnosticada em fases mais avançadas, principalmente com metástases, o objetivo do tratamento costuma ser controlar a progressão da doença, aumentar a sobrevida e preservar a qualidade de vida. Por isso, o momento do diagnóstico exerce enorme influência sobre o prognóstico.

Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores costumam ser as possibilidades de tratamento curativo.

O que determina a chance de cura do câncer de próstata?

As chances de cura não dependem apenas do tratamento escolhido. Na prática clínica, diversos fatores são analisados antes da definição da melhor estratégia terapêutica. Os principais são a estratificação de risco e o estadiamento do tumor.

Estágio da doença

O primeiro aspecto avaliado é se o tumor permanece restrito à próstata ou se já ultrapassou seus limites. De forma simplificada, podemos dividir os pacientes em três grandes grupos:

Doença localizada (confinada a próstata)

O tumor permanece restrito à próstata. Este é o cenário em que normalmente existem as maiores possibilidades de tratamento curativo.

Doença localmente avançada (extravasamento extraprostático)

O tumor ultrapassa parcialmente os limites da próstata ou invade estruturas vizinhas. Mesmo nesses casos, ainda pode existir intenção curativa, frequentemente através da associação entre cirurgia, radioterapia e tratamento hormonal, dependendo das características individuais.

Doença metastática

Quando existem metástases para linfonodos distantes, ossos ou outros órgãos, geralmente o tratamento deixa de ter objetivo curativo e passa a focar no controle prolongado da doença.

Atualmente, entretanto, o avanço das terapias hormonais, quimioterapia, radiofármacos e tratamentos-alvo tem permitido que muitos pacientes convivam com a doença durante vários anos, mantendo boa qualidade de vida.

PSA

O PSA é uma proteína produzida pela próstata que auxilia tanto no diagnóstico quanto no acompanhamento do câncer.

Valores mais elevados podem indicar maior volume tumoral ou doença mais agressiva, embora o PSA isoladamente nunca seja suficiente para definir o prognóstico. Por isso, ele sempre é interpretado em conjunto com:

  • exame físico;
  • ressonância magnética;
  • biópsia;
  • grupo ISUP;
  • estadiamento clínico.

Grupo ISUP/Gleason (Grau de agressividade)

Outro fator extremamente importante é a agressividade microscópica do tumor. Após a realização da biópsia, o patologista classifica o câncer utilizando os chamados Grupos ISUP, atualmente adotados pelas principais diretrizes internacionais.

Quanto maior o grupo ISUP, maior tende a ser o potencial de crescimento e disseminação do tumor.

Grupo ISUPCorrespondência aproximada
ISUP 1Gleason 3+3
ISUP 2Gleason 3+4
ISUP 3Gleason 4+3
ISUP 4Gleason 8
ISUP 5Gleason 9–10

Essa classificação ajuda o urologista a estimar o comportamento esperado da doença e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.

O que é estratificação de risco?

Depois da confirmação do diagnóstico, o próximo passo é estimar o comportamento biológico daquele câncer. Esse processo recebe o nome de estratificação de risco. Ela combina informações como:

  • PSA;
  • grupo ISUP;
  • estágio clínico;
  • extensão da doença na ressonância;
  • quantidade de fragmentos positivos na biópsia.

Com essas informações, é possível estimar o risco de progressão da doença e planejar o tratamento mais adequado para cada paciente. De maneira simplificada, os pacientes costumam ser classificados em:

  • baixo risco;
  • risco intermediário favorável;
  • risco intermediário desfavorável;
  • alto risco;
  • doença localmente avançada.

Essa classificação auxilia na escolha entre vigilância ativa, cirurgia, radioterapia ou tratamentos combinados.

Como a estratificação influencia o tratamento?

A classificação de risco não serve apenas para estimar o prognóstico. Ela influencia diretamente na decisão terapêutica.

Baixo risco

Pacientes com tumores pouco agressivos e restritos à próstata apresentam excelente prognóstico. Em muitos casos, o tratamento imediato nem sempre é necessário.

Alguns pacientes podem ser candidatos à Vigilância Ativa, estratégia em que o tumor é acompanhado rigorosamente por meio de PSA, ressonância magnética e novas biópsias quando indicadas.

Essa abordagem evita tratamentos desnecessários em tumores de comportamento indolente.

Risco intermediário

Neste grupo, o tratamento curativo costuma ser recomendado para a maioria dos pacientes.

Dependendo das características individuais, a prostatectomia radical ou a radioterapia podem oferecer excelentes resultados oncológicos. A escolha depende da idade, das condições clínicas, da expectativa de vida, da anatomia da próstata e das preferências do paciente após discussão detalhada com a equipe médica.

Alto risco

Pacientes classificados como alto risco apresentam maior probabilidade de extensão microscópica da doença e maior risco de recorrência após o tratamento inicial. Mesmo assim, muitos ainda podem ser tratados com intenção curativa.

Nesses casos, frequentemente são utilizadas estratégias combinadas, envolvendo cirurgia, radioterapia e terapia hormonal, conforme as características individuais.

O câncer de próstata pode voltar depois do tratamento?

Sim. Mesmo após um tratamento realizado com intenção curativa, existe a possibilidade de recorrência em alguns pacientes.

No entanto, é importante entender que o retorno do câncer não significa que o tratamento tenha falhado ou que não existam novas opções terapêuticas. A possibilidade de recorrência depende principalmente das características biológicas do tumor no momento do diagnóstico, como:

  • estágio da doença;
  • grupo ISUP;
  • valor inicial do PSA;
  • presença de extensão além da próstata;
  • comprometimento dos linfonodos;
  • margens cirúrgicas e outros fatores anatomopatológicos.

Por esse motivo, o acompanhamento periódico após o tratamento é uma etapa fundamental para identificar precocemente qualquer sinal de recorrência.

Tabela de probabilidades de cura e risco de recidiva

Grupo de RiscoCritérios (PSA e Gleason)Chance de Cura EstimadaRisco de Recidiva (Voltar)
Baixo RiscoPSA < 10 e Gleason 695% a 99%Baixo
Risco IntermediárioPSA 10-20 ou Gleason 775% a 85%Moderado
Alto RiscoPSA > 20 ou Gleason 8-1040% a 60%Elevado

Entendendo os dados:

  • Baixo Risco: O foco é a cura com o mínimo de intervenção. Em muitos casos, o paciente pode ser candidato à Vigilância Ativa, onde monitoramos o tumor rigorosamente sem operar imediatamente.
  • Risco Intermediário: É o cenário onde a Cirurgia Robótica oferece seu maior benefício, garantindo a retirada completa do tumor com alta precisão na preservação dos tecidos saudáveis.
  • Alto Risco: O tratamento costuma ser multimodal (cirurgia associada à radioterapia ou hormonioterapia). Mesmo com maior risco de recidiva, a técnica robótica permite uma linfadenectomia (retirada de gânglios) muito mais extensa e precisa, o que aumenta a sobrevida e as chances de controle da doença.

O que é recidiva bioquímica?

Após a retirada completa da próstata (prostatectomia radical), espera-se que o PSA torne-se praticamente indetectável. Quando o PSA volta a apresentar elevação durante o acompanhamento, esse achado recebe o nome de recidiva bioquímica.

É importante destacar que isso não significa automaticamente que o câncer tenha se espalhado pelo organismo. Em muitos pacientes, essa elevação representa apenas uma doença microscópica localizada, ainda passível de tratamento com intenção curativa.

Por isso, a detecção precoce da recidiva é extremamente importante. Quanto menor o PSA no momento da identificação da recorrência, maiores costumam ser as chances de sucesso dos tratamentos complementares.

PSA voltou a subir: Ainda existe chance de cura?

Na maioria das vezes, sim. A elevação do PSA após a cirurgia não representa o fim das possibilidades de tratamento.

Dependendo das características do paciente, podem ser indicados exames complementares para localizar a recorrência, como o PET-CT com PSMA, além da avaliação do tempo de duplicação do PSA e da análise do exame anatomopatológico da cirurgia.

Quando indicada precocemente, a radioterapia de resgate pode controlar a doença e, em muitos pacientes, ainda proporcionar tratamento com intenção curativa. Quanto mais cedo essa recorrência é identificada, melhores tendem a ser os resultados.

O câncer de próstata avançado tem cura?

Essa é outra dúvida muito frequente. Quando o câncer já apresenta metástases para ossos, linfonodos distantes ou outros órgãos, normalmente o tratamento deixa de ter objetivo curativo. Nessa situação, o foco passa a ser:

  • controlar a progressão da doença;
  • prolongar a sobrevida;
  • aliviar sintomas;
  • preservar a qualidade de vida.

Nas últimas décadas, entretanto, houve uma verdadeira revolução no tratamento do câncer de próstata metastático. Hoje existem diversas opções terapêuticas, incluindo:

  • hormonioterapia de nova geração;
  • quimioterapia;
  • radiofármacos;
  • medicamentos-alvo;
  • terapias combinadas.

Esses avanços têm aumentado significativamente a sobrevida de muitos pacientes. Cada caso deve ser avaliado individualmente por uma equipe especializada em uro-oncologia.

A cirurgia robótica aumenta a chance de cura?

Esta é uma pergunta bastante comum. Na realidade, a cirurgia robótica não muda a agressividade do câncer.

A cirurgia robótica é uma via moderna para a realização da prostatectomia radical. Ela pode proporcionar menor sangramento, incisões menores, melhor visualização anatômica e recuperação pós-operatória mais rápida em pacientes selecionados.

Entretanto, a possibilidade de cura depende principalmente do estágio da doença, da agressividade tumoral, da qualidade da indicação e da realização adequada do tratamento, e não apenas da plataforma utilizada.

cancer de próstata tem cura explica o especialista Dr. Rodolfo Garcia Borges

A utilização da plataforma robótica no tratamento, operada por mãos experientes, minimiza os riscos de sequelas através de três pilares:

  1. Visão Magnificada (até 15x): Permite enxergar feixes nervosos da ereção que são invisíveis na cirurgia aberta.
  2. Precisão Milimétrica: O robô filtra tremores humanos e permite suturas perfeitas na reconstrução do sistema urinário.
  3. Recuperação Acelerada: Menos dor, sangramento mínimo e alta hospitalar geralmente em 24 horas.
  4. Menor risco de incontinência urinaria
  5. Menor risco de disfunção erétil

Saiba mais no artigo: Como fica o homem após a retirada da próstata?

A experiência do cirurgião faz diferença?

Sim. A tecnologia representa um importante avanço, mas ela é apenas uma ferramenta. Os resultados obtidos dependem da combinação entre:

  • seleção adequada do paciente;
  • planejamento cirúrgico;
  • experiência da equipe;
  • domínio técnico;
  • acompanhamento pós-operatório.

Na cirurgia oncológica, o principal objetivo continua sendo remover completamente o tumor quando isso é possível, preservando ao máximo as estruturas responsáveis pela continência urinária e pela função sexual, sempre que houver segurança oncológica para isso.

Por isso, além da tecnologia utilizada, é importante que o paciente procure um urologista com experiência no tratamento do câncer de próstata e na realização desse tipo de procedimento.

Como é o acompanhamento após o tratamento?

O acompanhamento não termina após a cirurgia ou a radioterapia. Na verdade, essa etapa é essencial para confirmar que o tratamento continua apresentando bons resultados.

Durante o seguimento, o urologista poderá solicitar:

  • dosagens periódicas do PSA;
  • exames de imagem quando indicados;
  • avaliação clínica;
  • acompanhamento da continência urinária;
  • avaliação da função sexual;
  • orientações sobre reabilitação.

Na grande maioria dos pacientes tratados com sucesso, o PSA permanece estável durante anos. Caso ocorra qualquer alteração, o diagnóstico precoce da recorrência permite iniciar novos tratamentos no momento mais adequado.

O diagnóstico precoce continua sendo o maior aliado da cura

Embora a medicina tenha evoluído significativamente nas últimas décadas, nenhum avanço supera a importância do diagnóstico precoce.

Quando o câncer é identificado ainda localizado, geralmente existem mais opções de tratamento e maiores possibilidades de controle da doença.

Além disso, tumores diagnosticados em fases iniciais frequentemente permitem tratamentos menos agressivos e melhores resultados funcionais.

Por isso, homens que apresentam fatores de risco ou possuem indicação para avaliação urológica devem conversar com seu médico sobre a melhor estratégia de investigação para seu caso.

Conclusão

A resposta para a pergunta “o câncer de próstata tem cura?” é, na maioria dos casos, sim.

Entretanto, essa possibilidade depende principalmente do estágio da doença, da agressividade do tumor e do tratamento mais adequado para cada paciente.

A estratificação de risco permite individualizar o tratamento e estimar o prognóstico de forma muito mais precisa do que apenas considerar o diagnóstico de câncer de próstata.

Mesmo quando ocorre uma recidiva bioquímica, ainda existem diversas possibilidades terapêuticas, especialmente quando essa recorrência é identificada precocemente.

Por isso, o acompanhamento com um urologista experiente permanece sendo fundamental em todas as etapas da jornada do paciente — desde o diagnóstico inicial até o seguimento de longo prazo.

Se você recebeu o diagnóstico de câncer de próstata ou deseja uma segunda opinião sobre o seu tratamento, procure um urologista especializado em uro-oncologia para uma avaliação individualizada. Cada caso é único, e a definição da melhor estratégia depende de uma análise completa da história clínica, dos exames e das características do tumor.

Perguntas frequentes sobre a cura do câncer de próstata:

O PSA subiu após a cirurgia. Ainda há tratamento?

Sim. Através da chamada “Radioterapia de Resgate”, podemos tratar a área onde a próstata ficava e ainda buscar a cura definitiva, caso a recidiva seja detectada precocemente.

O câncer de próstata avançado (metástase) tem cura?

Neste estágio, o foco passa a ser o controle oncológico. Com as novas terapias hormonais e medicamentos alvo, é possível transformar o câncer em uma condição crônica controlada, mantendo a qualidade de vida por muitos anos.

Por que operar com um cirurgião que é Proctor?

O Proctor é o cirurgião que ensina outros médicos a operar. Optar por um profissional que é referência na técnica e instrutor da modalidade aumenta a segurança do procedimento e a precisão do resultado oncológico.

O câncer de próstata tem cura quando descoberto no início?

Sim. Quando o câncer está restrito à próstata (doença localizada), as chances de tratamento com intenção curativa são muito elevadas. Dependendo das características do tumor, podem ser indicadas estratégias como vigilância ativa, cirurgia ou radioterapia. A escolha do tratamento deve ser individualizada após avaliação do urologista.

Todo câncer de próstata precisa de cirurgia?

Não. Nem todos os pacientes necessitam de prostatectomia radical.
Alguns tumores de baixo risco podem ser acompanhados por meio da Vigilância Ativa, enquanto outros pacientes podem ser tratados com radioterapia ou terapias combinadas. A decisão depende das características do tumor, da idade, das condições clínicas e das preferências do paciente.

Câncer de próstata de baixo risco pode evoluir?

Pode. Embora muitos tumores de baixo risco apresentem crescimento lento, alguns podem evoluir ao longo dos anos. Por esse motivo, pacientes em vigilância ativa realizam acompanhamento periódico com PSA, ressonância magnética e, quando indicado, novas biópsias.

O câncer de próstata pode voltar depois da cirurgia?

Sim. Mesmo após um tratamento realizado com intenção curativa, existe risco de recorrência em alguns pacientes. Esse risco varia conforme fatores como:
agressividade do tumor;
estágio da doença;
comprometimento além da próstata;
linfonodos;
características do exame anatomopatológico.
Por isso, o acompanhamento periódico com PSA é fundamental.

A cirurgia robótica reduz o risco de incontinência urinária?

Em pacientes adequadamente selecionados, a cirurgia robótica pode favorecer melhores resultados funcionais devido à maior precisão na preservação das estruturas responsáveis pela continência urinária. No entanto, fatores como idade, função urinária antes da cirurgia, extensão do tumor e experiência da equipe também influenciam os resultados.

A cirurgia robótica reduz o risco de impotência sexual?

Quando existe possibilidade oncológica de preservar os feixes neurovasculares, a cirurgia robótica pode facilitar uma dissecção mais precisa dessas estruturas.
Mesmo assim, a recuperação da função erétil depende de diversos fatores, incluindo idade, função sexual prévia, doenças associadas e extensão do câncer.

Qual médico trata o câncer de próstata?

O especialista responsável pelo diagnóstico, acompanhamento e tratamento cirúrgico do câncer de próstata é o médico urologista. Dependendo do estágio da doença, o tratamento também pode envolver uma equipe multidisciplinar composta por radio-oncologistas, oncologistas clínicos, radiologistas, patologistas, fisioterapeutas pélvicos e outros profissionais.

Sobre o autor – Dr. Rodolfo Garcia Borges, urologista especialista em tratamento de Câncer de Próstata e Cirurgia Robótica.

O Dr. Rodolfo Garcia Borges (CRM:10015 – RQE:5395 – RQE:7493) é médico urologista, uro-oncologista, cirurgião robótico e cirurgião robótico instrutor (proctor) em Mato Grosso certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), com ampla experiência no tratamento do câncer de próstata e câncer de rim.

Reconhecido como uma das maiores referências em cirurgia robótica no país, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) como cirurgião robótico e cirurgião instrutor (proctor) nas duas principais plataformas robóticas do mundo — Versius e Da Vinci.

urologista especialista em cirurgia robótica falando sobre a cura do câncer de próstata

Com formação em cirurgia robótica em urologia e uro-oncologia realizada no Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo), um dos centros de excelência médica mais respeitados da América Latina. Dr. Rodolfo atua como proctor (cirurgião instrutor) de cirurgia robótica em Cuiabá-MT e outros estados do país, contribuindo para a capacitação e formação de novos cirurgiões robóticos e para o avanço da cirurgia robótica urológica no Brasil.

Sua formação e especializações incluem:

  • Residência Médica em Cirurgia Geral pela SES-MT;
  • Residência Médica em Urologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM/UFMT);
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia e Uro-oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE);
  • Cirurgião Robótico certificado pela INTUITIVE Surgical e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) na plataforma robótica Da Vinci;
  • Cirurgião Robótico certificado pela CMR Surgical e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) na plataforma robótica Versius;
  • Cirurgião robótico instrutor (PROCTOR) certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) na plataforma robótica Da Vinci e Versius.
  • Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
  • Membro internacional da Associação Europeia de Urologia (EAU);
  • Membro da Confederação Americana de Urologia (CAU);
  • Professor auxiliar da residência médica de Urologia no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM/UFMT);
  • Urologista no departamento de Urologia, Uro-oncologia e Cirurgia Robótica do Hospital São Matheus, Oncocenter e Hospital de Câncer;

Com uma trajetória sólida e centenas de procedimentos realizados com precisão e segurança da cirurgia robótica, o Dr. Rodolfo Garcia Borges é referência no tratamento de doenças urológicas complexas utilizando a cirurgia robótica, especialmente câncer de próstata, câncer de rim e cirurgias urológicas de alta complexidade e da próstata.

Atende presencialmente em Cuiabá-MT na clínica Oncocenter e na cidade de Sorriso- MT, além de oferecer consultas por telemedicina para pacientes de todo o Mato Grosso e para todo o Brasil.

Recebeu um diagnóstico de câncer de próstata ou deseja uma segunda opinião? Agende uma avaliação presencial em Cuiabá ou Sorriso, ou por telemedicina com o Dr. Rodolfo Garcia Borges.

Referências científicas:

European Association of Urology (EAU). EAU Guidelines on Prostate Cancer. Última atualização disponível. American Urological Association (AUA). Clinically Localized Prostate Cancer Guideline. Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Diretrizes e consensos sobre câncer de próstata. National Comprehensive Cancer Network (NCCN). Prostate Cancer Guidelines. D’Amico AV et al. Biochemical Outcome After Radical Prostatectomy. JAMA. Stephenson AJ et al. Salvage Radiotherapy for Recurrent Prostate Cancer. Journal of Clinical Oncology.