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Dr. Rodolfo Garcia Borges – Urologista e Cirurgião Robótico – Cuiabá – MT

Entendendo as Causas

Adenoma Adrenal: sintomas, diagnóstico e tratamento

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Encontrar a expressão “adenoma adrenal e/ou nódulo adrenal” no resultado de um exame de imagem pode gerar preocupação. Mas esse achado não significa, necessariamente, câncer ou necessidade de cirurgia.

Uma das causas mais comuns é o adenoma adrenal, um tumor benigno. Para definir a conduta, o médico avalia as características da imagem, o tamanho da lesão e se ela produz hormônios em excesso.

Nem todo nódulo adrenal é um adenoma. O adenoma adrenal é um tumor benigno do córtex da glândula e pode ser não funcionante ou produzir hormônios em excesso. A investigação verifica a produção hormonal e as características da imagem.

Em resumo: a maioria dos nódulos adrenais não exige cirurgia. A conduta depende principalmente da produção hormonal, da aparência na tomografia e do contexto clínico do paciente — não apenas do tamanho. 

adenoma adrenal

As glândulas adrenais ficam acima dos rins. Um nódulo pode surgir em uma delas e deve ser classificado pela imagem e pela avaliação hormonal.

O que são as glândulas adrenais?

As adrenais, também chamadas de suprarrenais, são duas pequenas glândulas localizadas acima dos rins. Elas produzem hormônios que participam do controle da pressão arterial, do equilíbrio de água e sais e da resposta do organismo ao estresse. Entre esses hormônios estão o cortisol, a aldosterona e a adrenalina. Apesar de ficarem próximas dos rins, as adrenais são órgãos diferentes e possuem funções próprias

O que é um nódulo adrenal?

Um nódulo adrenal é uma alteração localizada em uma das glândulas adrenais, também chamadas de suprarrenais. Essas pequenas glândulas ficam acima dos rins e produzem hormônios importantes, como cortisol, aldosterona, adrenalina e noradrenalina.

Quando a lesão é encontrada casualmente em um exame solicitado por outro motivo, recebe o nome de incidentaloma adrenal. “Nódulo”, “massa” e “tumor adrenal” descrevem um achado, mas não definem se ele é benigno ou maligno nem qual é o seu tipo.

O que é um adenoma adrenal?

Um adenoma adrenal é um tumor benigno originado no córtex, a camada externa da glândula adrenal. Ele é uma causa frequente de nódulo adrenal, mas os dois termos não são sinônimos: nódulo é uma descrição ampla, enquanto adenoma é um tipo específico de tumor benigno.

Embora seja benigno, o adenoma não deve ser automaticamente considerado irrelevante. A maior parte não produz hormônios em excesso, mas alguns adenomas podem liberar cortisol ou aldosterona e provocar repercussões como hipertensão, diabetes, redução do potássio e perda de massa óssea.

Adenoma adrenal funcionante e não funcionante

  • Adenoma não funcionante: não produz excesso hormonal clinicamente relevante e, quando apresenta características benignas na imagem, geralmente não precisa de cirurgia.
  • Adenoma funcionante: produz hormônios em excesso, principalmente cortisol ou aldosterona. Mesmo sendo benigno, pode precisar de tratamento por causa dos efeitos hormonais sobre o organismo.

Adenoma adrenal e outros nódulos: qual é a diferença?

Nem todo tumor adrenal é câncer, e nem todo nódulo adrenal é um adenoma. Os dois pontos centrais da investigação são verificar se a lesão produz hormônios e se possui características radiológicas benignas ou suspeitas.

TermoPrincipal diferença
Nódulo, massa ou tumor adrenalTermos amplos que descrevem uma alteração na adrenal, sem definir o diagnóstico
Adenoma adrenalTumor benigno do córtex; pode ser não funcionante ou produzir cortisol ou aldosterona
Incidentaloma adrenalLesão descoberta por acaso; descreve como foi encontrada, e não o seu tipo
FeocromocitomaTumor diferente do adenoma, geralmente originado na medula adrenal e capaz de produzir catecolaminas
MielolipomaLesão geralmente benigna que contém gordura
Cisto adrenalLesão com conteúdo líquido, avaliada conforme sintomas e características da imagem
Carcinoma adrenocorticalCâncer raro originado no córtex adrenal
Metástase adrenalCâncer originado em outro órgão que atingiu a adrenal

O diagnóstico não deve ser definido por uma palavra isolada do laudo. O feocromocitoma deve ser excluído antes de qualquer biópsia adrenal; quando confirmado e houver indicação cirúrgica, exige preparo pré-operatório específico. Já um mielolipoma típico pode ser apenas acompanhado em muitos casos.

O que causa um adenoma adrenal?

Na maioria das vezes, não é possível identificar uma causa exata para o aparecimento de um adenoma adrenal. Ele surge do crescimento de células da própria glândula e é encontrado com maior frequência conforme a idade avança.

Algumas condições hereditárias, como a neoplasia endócrina múltipla tipo 1 — NEM1 — e a polipose adenomatosa familiar — PAF, podem estar associadas a adenomas e outras alterações do córtex adrenal. Entretanto, encontrar um nódulo não significa, por si só, ter uma doença genética.

Estudo publicado no European Journal of Endocrinology também identificaram associação entre o diagnóstico de adenoma adrenal, obesidade e tabagismo. Isso indica possíveis fatores de risco, mas não permite afirmar que eles causaram o tumor em uma pessoa específica.

O histórico de tumores adrenais e de determinadas doenças na família ajuda o médico a decidir quando uma avaliação genética é necessária.

Nódulo na adrenal é grave?

Na maioria das vezes, não. Ainda assim, a lesão precisa ser classificada, pois pode produzir hormônios ou apresentar características que exijam investigação adicional. O risco é avaliado considerando:

  • homogeneidade e densidade na tomografia;
  • tamanho e eventual crescimento;
  • produção excessiva de hormônios;
  • sintomas e doenças associadas, como hipertensão e diabetes;
  • idade, estado geral e histórico de câncer.

O tamanho é relevante, mas não confirma câncer nem indica cirurgia quando analisado isoladamente.

Quais sintomas um adenoma de adrenal e/ou nódulo adrenal pode causar?

A maioria dos adenomas é não funcionante, ou seja, não libera hormônios em excesso e geralmente não causa sintomas. Quando existe atividade hormonal, as manifestações variam conforme a substância produzida.

Excesso de cortisol

Pode estar associado a ganho de peso, fraqueza muscular, pressão alta, diabetes de difícil controle, pele frágil, estrias arroxeadas e perda de massa óssea. Na secreção autônoma leve de cortisol (MACS), podem não existir sinais clássicos da síndrome de Cushing. Hipertensão, diabetes e saúde óssea ajudam a orientar a conduta.

Excesso de aldosterona

Pode causar hipertensão, sobretudo quando resistente ao tratamento, além de potássio baixo, fraqueza, cãibras ou palpitações. A relação entre aldosterona e renina costuma ser investigada em pacientes hipertensos ou com redução inexplicada do potássio.

Excesso de catecolaminas

O feocromocitoma é outro tipo de tumor adrenal, diferente do adenoma. Ele pode causar crises de pressão alta, dor de cabeça, suor intenso, palpitações, tremores e sensação de ansiedade. Esses sintomas são inespecíficos e não confirmam o diagnóstico, mas precisam ser informados ao médico.

Nódulo adrenal causa dor?

Nódulos pequenos e benignos normalmente não doem. Massas maiores podem causar desconforto abdominal ou nas costas por compressão, mas dores nessa região possuem diversas outras causas e não devem ser atribuídas automaticamente à adrenal.

Como é feito o diagnóstico do nódulo adrenal?

O diagnóstico combina histórico clínico, imagem e investigação hormonal. Em termos práticos, é necessário responder a duas perguntas: a lesão apresenta características benignas e produz hormônios em excesso?

A investigação pode incluir tomografia específica das adrenais, exames hormonais e análise individualizada por especialista.

Tomografia e ressonância magnética

A tomografia sem contraste é o método inicial preferencial quando ainda não existe exame adequado. O radiologista avalia a homogeneidade e a densidade em unidades Hounsfield (HU).

Segundo a diretriz ESE/ENSAT de 2023, uma lesão homogênea com densidade igual ou inferior a 10 HU na tomografia sem contraste apresenta características benignas e não necessita de novos exames de imagem de rotina, independentemente do tamanho.[1]

Quando o resultado é indeterminado, o médico pode solicitar tomografia com protocolo adrenal — incluindo a avaliação do washout do contraste — ou ressonância. Esses parâmetros não devem ser interpretados isoladamente.

Uma massa com 4 cm ou mais que também seja heterogênea ou apresente densidade sem contraste acima de 20 HU merece discussão por equipe especializada. Essa combinação aumenta a preocupação, mas não confirma câncer sozinha.[1]

Quais exames hormonais podem ser solicitados?

Conforme o quadro clínico e a imagem, a avaliação pode incluir:

  • teste de supressão com 1 mg de dexametasona, para investigar produção autônoma de cortisol;
  • metanefrinas no sangue ou na urina, especialmente quando a imagem não é típica de adenoma benigno;
  • relação aldosterona/renina em pacientes com hipertensão ou potássio baixo;
  • hormônios sexuais e precursores esteroides quando houver suspeita de carcinoma adrenocortical.

Medicamentos e outras condições podem interferir nos resultados. Por isso, os exames exigem interpretação individualizada.

É necessário fazer biópsia?

Na maioria dos nódulos adrenais, não. A biópsia não é o exame habitual para diferenciar adenoma de carcinoma adrenocortical e não é recomendada quando há suspeita de câncer primário da adrenal.

Ela pode ser considerada, geralmente diante do histórico de outro câncer, somente quando:

  1. o feocromocitoma tiver sido excluído;
  2. a imagem não demonstrar benignidade;
  3. o resultado tiver capacidade de mudar o tratamento.

Como diferenciar um adenoma adrenal de outros tumores?

Quais achados favorecem um adenoma adrenal benigno?

Baixa densidade na tomografia sem contraste, aspecto homogêneo e estabilidade ao longo do tempo favorecem o diagnóstico de benignidade. Um adenoma adrenal típico é benigno e não é considerado precursor do carcinoma. Se uma lesão passa a apresentar características suspeitas, sua classificação inicial deve ser revista.

Quais sinais tornam um nódulo adrenal suspeito?

Heterogeneidade, densidade elevada na tomografia sem contraste, crescimento significativo e sinais de invasão de estruturas próximas aumentam a preocupação. Nenhum desses achados isoladamente confirma câncer. Também é necessário distinguir o carcinoma adrenocortical — câncer originado no córtex da adrenal — de uma metástase proveniente de outro órgão.

Tratamento adenoma adrenal

O tratamento depende das características da imagem, da produção hormonal, dos sintomas e das condições de saúde do paciente. As opções incluem acompanhamento, medicamentos e cirurgia.

Quando o adenoma adrenal pode ser acompanhado sem cirurgia?

Um adenoma unilateral, assintomático, não funcionante e com características claramente benignas geralmente não precisa de cirurgia. Se uma lesão indeterminada não for operada, pode ser necessário repetir a tomografia sem contraste ou a ressonância em 6 a 12 meses.

Um crescimento superior a 20% e de pelo menos 5 mm no maior diâmetro é considerado significativo. Exames hormonais inicialmente normais só costumam ser repetidos se surgirem sinais de atividade hormonal ou se houver piora de problemas como hipertensão ou diabetes.

Quando um nódulo ou adenoma adrenal precisa de cirurgia?

A adrenalectomia pode ser indicada quando existe:

  • produção hormonal clinicamente relevante;
  • suspeita de malignidade;
  • crescimento significativo;
  • sintomas relacionados ao volume da massa;
  • outra condição clínica ou oncológica que justifique a retirada.

Na secreção autônoma leve de cortisol, a cirurgia pode ser discutida quando existem doenças possivelmente relacionadas ao cortisol, como hipertensão ou diabetes. A decisão considera idade, estado geral, intensidade e persistência da alteração hormonal e preferências do paciente. O tamanho, sozinho, não determina a necessidade de operar.

Cirurgia da adrenal – o que é a adrenalectomia?

A adrenalectomia é a retirada cirúrgica de uma glândula adrenal. Na maioria dos casos, realiza-se uma adrenalectomia unilateral total.

Em situações selecionadas — especialmente no feocromocitoma bilateral ou hereditário — pode-se considerar a adrenalectomia parcial. Essa técnica preserva parte do córtex e procura reduzir o risco de dependência permanente de corticoides. Esse possível benefício precisa ser comparado à maior dificuldade técnica e à possibilidade de recorrência no tecido preservado. [2,7]

A escolha da técnica depende do diagnóstico provável, tamanho e posição do tumor, sinais de invasão, cirurgias abdominais anteriores, condições do paciente e experiência da equipe.

Como é feita a adrenalectomia robótica?

A adrenalectomia robótica também é uma cirurgia minimamente invasiva realizada por pequenas incisões.

O cirurgião controla os instrumentos a partir de um console: o robô não opera sozinho. A plataforma oferece visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados, recursos que podem facilitar a dissecção e a realização de movimentos delicados em casos selecionados.

Os estudos disponíveis mostram que as adrenalectomias robótica e laparoscópica apresentam resultados geralmente comparáveis quanto a complicações e outros desfechos perioperatórios.

Quando os medicamentos são utilizados?

Os medicamentos têm funções diferentes conforme a alteração hormonal.

No hiperaldosteronismo, podem ser usados para bloquear os efeitos da aldosterona, especialmente quando a produção é bilateral ou quando a cirurgia não é indicada ou desejada. Eles não precisam reduzir diretamente a produção do hormônio para oferecer benefício. Endocrine Society.

Em situações selecionadas de excesso de cortisol, também existem medicamentos para controlar a produção hormonal, sob acompanhamento especializado.

Quais cuidados são necessários antes e depois da adrenalectomia?

Antes da cirurgia, é essencial investigar a produção hormonal. Feocromocitoma, excesso de cortisol e excesso de aldosterona exigem preparos diferentes para reduzir riscos anestésicos e cardiovasculares.

Quando apenas uma adrenal é retirada e a outra funciona normalmente, em geral não é necessária reposição hormonal permanente. Pacientes com excesso de cortisol, porém, podem precisar temporariamente de corticoide e de monitorização até que a recuperação do eixo hormonal seja documentada. A retirada das duas adrenais exige reposição hormonal por toda a vida.

Qual médico trata nódulo na adrenal?

O urologista com experiência em doenças da adrenal pode participar da investigação e do planejamento cirúrgico, em conjunto com o endocrinologista e outros especialistas conforme a necessidade.

Leve o laudo, as próprias imagens, exames anteriores e a lista de medicamentos. Informe se possui hipertensão, diabetes, alterações do potássio ou histórico de câncer. Na consulta, esses dados ajudam a esclarecer o diagnóstico e a definir se é necessário acompanhar, tratar ou complementar a investigação.

Para avaliar seu nódulo adrenal e discutir as opções de acompanhamento ou tratamento, agende uma consulta com o Dr. Rodolfo Garcia Borges e traga seus exames.

Perguntas frequentes sobre nódulo e adenoma adrenal:

Adenoma adrenal é câncer?

Não. Por definição, o adenoma é benigno. O objetivo da investigação é confirmar se a imagem realmente apresenta características compatíveis com adenoma e verificar se existe produção hormonal.

Um adenoma adrenal pode virar câncer?

Um adenoma típico não é considerado precursor do carcinoma adrenocortical. Quando aparecem características suspeitas, é necessário revisar a classificação inicial da lesão.

Nódulo na adrenal esquerda é diferente do lado direito?

Em geral, o lado não determina a gravidade. Nódulos à direita e à esquerda são avaliados pelos mesmos critérios de imagem e atividade hormonal. A lateralidade pode influenciar aspectos técnicos do planejamento cirúrgico.

Um nódulo adrenal de 2, 3 ou 4 cm é grave?

O tamanho isolado não responde a essa pergunta. Uma lesão pequena pode produzir hormônios, enquanto outra maior pode apresentar características benignas. Densidade, homogeneidade, crescimento, produção hormonal e contexto clínico devem ser analisados em conjunto.

Todo nódulo adrenal precisa ser operado?

Não. Muitos nódulos benignos e não funcionantes não necessitam de cirurgia. A indicação depende do conjunto formado pela imagem, atividade hormonal, sintomas, crescimento e condições clínicas do paciente — não apenas do diâmetro descrito no laudo.

Quem retira uma adrenal precisa tomar hormônio pelo resto da vida?

Geralmente não, quando apenas uma adrenal é retirada e a glândula contralateral funciona normalmente. A reposição pode ser temporária após a retirada de um tumor produtor de cortisol. Quando as duas adrenais são removidas, a reposição hormonal é permanente.

O que significa “nódulo sugestivo de adenoma”?

Significa que as características da imagem favorecem uma lesão benigna. Mesmo assim, o resultado precisa ser relacionado ao contexto clínico e à avaliação hormonal para definir a conduta.

Conclusão

Descobrir um nódulo na adrenal não significa ter câncer. O adenoma adrenal é uma causa frequente e benigna, mas a avaliação precisa verificar a produção hormonal e as características radiológicas. A análise adequada permite diferenciar o adenoma de outros tumores adrenais, evitar cirurgias desnecessárias e identificar os pacientes que podem se beneficiar de adrenalectomia laparoscópica, robótica ou aberta.

Este conteúdo é educativo e não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado.

Sobre o autor — Dr. Rodolfo Garcia Borges, urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico em Cuiabá e Sorriso

O Dr. Rodolfo Garcia Borges (CRM-MT:10015 | RQE:5395 | RQE:7493) é médico urologista em Mato Grosso, com atuação em uro-oncologia e cirurgia robótica urológica, incluindo a avaliação e o tratamento cirúrgico de nódulos e tumores da adrenal, câncer de próstata, câncer de rim e outras doenças urológicas complexas. Realizou residência médica em Cirurgia Geral pela SES-MT, residência em Urologia pelo Hospital Universitário Júlio Müller da Universidade Federal de Mato Grosso e pós-graduação em Cirurgia Robótica em Urologia e Uro-oncologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. É cirurgião robótico e instrutor (proctor) certificado pela Sociedade Brasileira de Urologia nas plataformas Da Vinci e Versius, além de professor auxiliar da residência médica de Urologia do HUJM/UFMT. É membro da Sociedade Brasileira de Urologia e membro internacional da Associação Europeia de Urologia. Atende presencialmente em Cuiabá, na Oncocenter, e em Sorriso-MT, além de oferecer consultas por telemedicina. Para conhecer sua atuação e obter informações sobre agendamento, acesse o site do Dr. Rodolfo Garcia Borges.

Referências médicas

  1. Fassnacht M, Tsagarakis S, Terzolo M, et al. European Society of Endocrinology clinical practice guidelines on the management of adrenal incidentalomas, in collaboration with the European Network for the Study of Adrenal Tumors. European Journal of Endocrinology. 2023;189(1)–G42. doi:10.1093/ejendo/lvad066.
  2. Yip L, Duh QY, Wachtel H, et al. American Association of Endocrine Surgeons Guidelines for Adrenalectomy: Executive Summary. JAMA Surgery. 2022;157(10):870–877. doi:10.1001/jamasurg.2022.3544.
  3. National Cancer Institute. What Is Adrenocortical Carcinoma?. Acesso em 15 out. 2026.
  4. MedlinePlus, U.S. National Library of Medicine. Adrenal Gland Cancer. Acesso em 15 out. 2026.
  5. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Diretrizes ESE/ENSAT 2023 sobre o manejo dos incidentalomas adrenais. Acesso em 15 out. 2026.
  6. European Society of Endocrinology. Patient Information Leaflet for Individuals with Adrenal Incidentalomas. Acesso em 15 out. 2026.
  7. Rowe NE, Kumar R, Schieda N, et al. Diagnosis, Management, and Follow-Up of the Incidentally Discovered Adrenal Mass: CUA Guideline Endorsed by the AUA. The Journal of Urology. 2023;210(4):590–599. doi:10.1097/JU.0000000000003644. Diretriz da Canadian Urological Association oficialmente endossada pela American Urological Association.
  8. Sociedade Brasileira de Urologia; Silvinato A, Bernardo WM, Branco AW. Adrenalectomia laparoscópica total e parcial. Diretriz SBU/AMB, elaborada em 7 jan. 2018. Referência específica sobre o tratamento cirúrgico da adrenal.
  9. European School of Urology, European Association of Urology. Diagnostic dilemmas in adrenal incidentaloma and surgical aspects for Adrenocortical Carcinoma. Publicado em 5 mar. 2026. Material educacional complementar da EAU; não constitui uma diretriz clínica autônoma para incidentaloma adrenal. Acesso em 15 out. 2026.